Ana Beatriz Nogueira interpreta Madalena na novela vertical ’Nas Profundezas do Amor’Divulgação
Publicado 23/08/2026 05:00
Rio – Com quase 45 anos de carreira, Ana Beatriz Nogueira estreia no formato das novelas verticais em "Nas Profundezas do Amor", do Globoplay, que chega à plataforma de streaming nesta terça-feira (25), com 50 capítulos. Na trama escrita por Paulo Ferreira, a atriz interpreta Madalena, que é contra o romance do filho Romualdo (Joaquim Lopes) com Serena Rosas (Jeniffer Dias), herdeira da família rival. 
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A personagem se junta a outros papéis emblemáticos da atriz como mãe em folhetins como "A Vida da Gente" (2011) e "Além do Tempo" (2015). "Tenho 17 filhos, só na TV. Eu acho tudo muito gostoso, divertido. Amo fazer televisão, acho uma farra. E peguei muitas personagens mães, amo fazer uma mãe problemática, uma 'mãe 171'", afirma a atriz. "Adoro fazer mães, e farei quantas quiserem que eu faça", complementa. 
Na novela vertical, Madalena será vítima de um atentado e ficará gravemente ferida. A ambiciosa Zara (Thaila Ayala) aproveitará a situação e fará com que Serena seja acusada de ser a mentora da tentativa de assassinato da mãe do amado. Dada como morta após um incêndio, a protagonista ressurge anos depois com um novo rosto e sob a identidade de Carmem Quevedo (Jéssica Córes). 
Para Ana Beatriz, um dos desafios da novela vertical é justamente os episódios curtos, de aproximadamente dois minutos cada. "Não dá para fazer essa passada de bola de um tom para o outro. Se você for fazer uma pausa, uma elaboração, não tem como, acabou o capítulo. É realmente um novo formato, que nos interessa aprender a fazer", analisa. 
A nova experiência profissional, entretanto, foi satisfatória para a artista. "Foi muito bacana. Todos que estão fazendo novela vertical, não tem nenhuma economia de qualidade". Ela ainda comenta que este formato é uma boa oportunidade para novos atores. "É um grande negócio, uma grande chamada. Abre uma porta de trabalho para muitos colegas, atores e atrizes que são maravilhosos."
*Reportagem da estagiária Isabela Bitencourt, sob supervisão de Isabelle Rosa
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