Prova de vida do INSS está suspensa por quatro meses

Além da interrupção do procedimento, instituto estabelece novas regras temporárias para manutenção de benefícios

Por O Dia

Em situações normais, a prova de vida é feita pelo segurado anualmente no banco em que recebe o benefício para comprovar que ele está vivo
Em situações normais, a prova de vida é feita pelo segurado anualmente no banco em que recebe o benefício para comprovar que ele está vivo -
Rio - Os segurados do INSS não vão ter pagamentos de benefícios previdenciários interrompidos por falta de prova de vida pelos próximos quatro meses. A suspensão do procedimento feitos nos bancos pagadores de aposentadorias e pensões vale a partir deste mês.
A medida faz parte das iniciativas estabelecidas pelo órgão para enfrentamento o novo coronavírus. O objetivo de reduzir o risco de contágio entre cidadãos. As medidas foram divulgadas por meio da Portaria 373/2020, no Diário Oficial da União desta terça-feira, 17 de março.

De acordo com o INSS, a decisão vale tanto para os residentes no Brasil, como para quem mora no exterior e inclui o procedimento realizado por meio de agendamento em domicílio. Em situações normais, a prova de vida é feita pelo segurado anualmente no banco em que recebe o benefício para comprovar que ele está vivo e garantir que o benefício continue sendo pago.

O INSS informou que a partir de abril, os benefícios do INSS também serão mantidos, sem a necessidade de apresentação de declaração de cárcere, de CPF ou da da execução do programa de Reabilitação Profissional, entre outras rotinas habituais que exigiam a presença física do segurado.
De acordo com o INSS, cabe ressaltar que as medidas decorrentes do estado de emergência pública podem ser prorrogadas enquanto perdurar a pandemia.

Sem sair de casa

O INSS reitera que os segurados não precisam se deslocar até uma agência para ter acesso aos serviços ou pedir um benefício. Basta acessar o Meu INSS por meio do gov.br/meuinss ou ligar para a Central 135, que funciona de segunda a sábado de 7h às 22h horas.
O segurado só deve buscar atendimento presencial se for imprescindível, como, por exemplo, em caso de perícia médica.

Comentários