"Caiu para o Kassio Nunes?", respondeu Bolsonaro, antes de rir altoReprodução/Redes Sociais

Por ESTADÃO CONTEÚDO
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comemorou a aprovação do texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial em segundo turno na Câmara. O texto destrava o novo auxílio emergencial e cria medidas de contenção de gastos para futuras crises.
O chefe do Planalto agiu para desidratar a PEC, abrindo uma negociação para liberar promoções e progressões de funcionários públicos quando houver congelamento de despesas em períodos de emergência fiscal. Bolsonaro comparou a aprovação da PEC a uma partida de futebol: nem sempre é por 5 a 0, mas o placar de 2 a 1 também é uma vitória.
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"Foi uma vitória que tivemos hoje, que soma para que a nossa população tenha dias melhores", afirmou Bolsonaro durante reunião remota da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, do Congresso Nacional. O chefe do Executivo confirmou que o governo reservou R$ 44 bilhões para pagar mais quatro parcelas de auxílio emergencial. O recurso, de acordo com a PEC, será pago fora do teto de gastos, da meta de resultado primário e da regra de ouro.