Publicado 14/08/2026 10:37 | Atualizado 14/08/2026 10:37
A taxa de desocupação recuou em 13 das 27 unidades da Federação na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2026, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) trimestral, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 14. Na média nacional, a taxa de desocupação caiu de 6,1% no primeiro trimestre para 5,4% no segundo trimestre (-0,7 ponto porcentual).
As 13 unidades da Federação que registraram queda na desocupação foram: Santa Catarina (-0,6 p.p.), Maranhão (-0,9 p.p.), Espírito Santo (-0,9 p.p.), Mato Grosso (-0,9 p.p.), Goiás (-1,0 p.p.), Rondônia (-1,0 p.p.), Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.), Minas Gerais (-1,2 p.p.), Alagoas (-1,3 p.p.), Tocantins (-1,5 p p.), Acre (-1,6 p.p.), Paraíba (-1,6 p.p.) e Rio Grande do Norte (-1,9 p.p.). As demais unidades ficaram estáveis.
No segundo trimestre, as maiores taxas de desocupação foram registradas no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%), Piauí (8,3%) e Sergipe (7,9%). Já as menores taxas foram observadas em Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%).
PublicidadeAs 13 unidades da Federação que registraram queda na desocupação foram: Santa Catarina (-0,6 p.p.), Maranhão (-0,9 p.p.), Espírito Santo (-0,9 p.p.), Mato Grosso (-0,9 p.p.), Goiás (-1,0 p.p.), Rondônia (-1,0 p.p.), Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.), Minas Gerais (-1,2 p.p.), Alagoas (-1,3 p.p.), Tocantins (-1,5 p p.), Acre (-1,6 p.p.), Paraíba (-1,6 p.p.) e Rio Grande do Norte (-1,9 p.p.). As demais unidades ficaram estáveis.
No segundo trimestre, as maiores taxas de desocupação foram registradas no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%), Piauí (8,3%) e Sergipe (7,9%). Já as menores taxas foram observadas em Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%).
Desemprego de mulheres
Os recortes por sexo, cor ou raça e escolaridade mostram diferenças relevantes no mercado de trabalho. Na abertura por gênero, a taxa de desocupação das mulheres ficou em 6,4%, acima da observada entre os homens, de 4,6%. Com isso, o desemprego feminino foi 39,1% superior ao masculino no período, conforme cálculo a partir das taxas divulgadas. A menor diferença entre homens e mulheres foi registrada no 2º trimestre de 2020 (27%).
Por cor ou raça, a taxa ficou abaixo da média nacional para brancos, com 4,2%, e acima para pretos e pardos, com 6,9% e 6,1%, respectivamente. A diferença porcentual entre a taxa dos brancos e a dos pretos foi de 64,3%. No confronto entre brancos e pardos, a distância foi de 45,2%.
O recorte por nível de instrução também indica que o desemprego tende a ser menor nos grupos com maior escolaridade. A menor taxa foi registrada entre pessoas com superior completo, de 3%. Entre os que não tinham instrução, a taxa foi de 4,4%, e para aqueles com fundamental incompleto, de 5%. No fundamental completo, a desocupação alcançou 6,2%.
O maior patamar do levantamento apareceu no grupo com ensino médio incompleto, com taxa de 9%, acima dos demais níveis. Entre os que tinham ensino médio completo, o desemprego ficou em 6,3%. Para o superior incompleto, a taxa foi de 5,6%, quase o dobro da observada no superior completo.
Os dados reforçam que, no segundo trimestre de 2026, os maiores níveis de desocupação se concentraram entre mulheres, pretos e pessoas com ensino médio incompleto, enquanto os menores foram observados entre trabalhadores com nível superior completo.
Por cor ou raça, a taxa ficou abaixo da média nacional para brancos, com 4,2%, e acima para pretos e pardos, com 6,9% e 6,1%, respectivamente. A diferença porcentual entre a taxa dos brancos e a dos pretos foi de 64,3%. No confronto entre brancos e pardos, a distância foi de 45,2%.
O recorte por nível de instrução também indica que o desemprego tende a ser menor nos grupos com maior escolaridade. A menor taxa foi registrada entre pessoas com superior completo, de 3%. Entre os que não tinham instrução, a taxa foi de 4,4%, e para aqueles com fundamental incompleto, de 5%. No fundamental completo, a desocupação alcançou 6,2%.
O maior patamar do levantamento apareceu no grupo com ensino médio incompleto, com taxa de 9%, acima dos demais níveis. Entre os que tinham ensino médio completo, o desemprego ficou em 6,3%. Para o superior incompleto, a taxa foi de 5,6%, quase o dobro da observada no superior completo.
Os dados reforçam que, no segundo trimestre de 2026, os maiores níveis de desocupação se concentraram entre mulheres, pretos e pessoas com ensino médio incompleto, enquanto os menores foram observados entre trabalhadores com nível superior completo.
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