Publicado 27/08/2026 21:27 | Atualizado 27/08/2026 21:39
O recorde de empregos com carteira assinada no País, que atingiu 39,4 milhões no trimestre encerrado em julho, não impediu o avanço da informalidade no mercado de trabalho, que foi de 37,5%, ante 37,2% no trimestre encerrado em abril, o que significa que 38,8 milhões de brasileiros estavam ocupados em atividades informais até julho.
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Para o gerente da Pnad Contínua, William Kratochwill, o resultado tem relação com características de economias em desenvolvimento, como a do Brasil. "Quando olhamos para países desenvolvidos, os trabalhadores por conta própria são uma parcela muito pequena da população ocupada. É um passo adiante que a economia tem que dar para que nós tenhamos uma ocupação informal menor", ponderou.
Segundo ele, grande parcela de informais são trabalhadores por conta própria: "São pessoas que não têm uma ocupação e partem para alternativa de conseguir um rendimento, que é formar um próprio negócio no comércio, comércio ambulante e prestação de serviços de forma autônoma."
Yihao Lin, economista da Genial Investimentos, vê fatores estruturais para a resiliência do emprego no atual ambiente macroeconômico adverso, como o avanço dos aplicativos e o envelhecimento populacional.
Para o gerente da Pnad Contínua, William Kratochwill, o resultado tem relação com características de economias em desenvolvimento, como a do Brasil. "Quando olhamos para países desenvolvidos, os trabalhadores por conta própria são uma parcela muito pequena da população ocupada. É um passo adiante que a economia tem que dar para que nós tenhamos uma ocupação informal menor", ponderou.
Segundo ele, grande parcela de informais são trabalhadores por conta própria: "São pessoas que não têm uma ocupação e partem para alternativa de conseguir um rendimento, que é formar um próprio negócio no comércio, comércio ambulante e prestação de serviços de forma autônoma."
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