Primeira edição do CNU teve 2,1 milhões de inscritos confirmadosReprodução
Publicado 12/05/2026 18:22
O governo federal autorizou a nomeação de 115 candidatos aprovados na primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 1). De acordo com Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), as novas autorizações superam o número de vagas originalmente previstas no certame.

O reforço nos quadros de agências e órgãos federais contempla cargos de nível superior. Do total de autorizações, o Decreto 12.965, publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira, 12, autoriza a nomeação de 113 aprovados para reforçar os quadros:

- Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), 24 vagas;
- Comissão de Valores Mobiliários (CVM), 14 vagas;
- Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), 75 vagas.
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Também foi publicada a Portaria MGI nº 3.968 que autoriza outras duas nomeações para a Agência Nacional do Cinema (Ancine), para o cargo de especialista em regulação da atividade cinematográfica e audiovisual.

O preenchimento dos cargos está condicionado à existência de vagas no respectivo órgão federal, na data da nomeação dos candidatos.

O órgão também precisa provar que tem orçamento para pagar o salário dos futuros servidores públicos.

CNU 1
Conhecida como o Enem dos Concursos, a primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) ofereceu originalmente 6.640 vagas. O processo seletivo teve recorde histórico de mais de 2,1 milhões de inscritos confirmados. Porém, o índice de abstenção foi de 54,12%. Em 18 de agosto de 2024, 970.037 pessoas compareceram para fazer as provas objetivas e dissertativas do certame.

A estratégia do ministério para o CNU 1 permitiu, pela primeira vez, a aplicação de provas simultâneas em 228 cidades de todas as 27 unidades da federação.

Ao todo, foram usados 3.665 locais de prova, somando mais de 75 mil salas de aplicação simultânea em todo o Brasil.
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