Júnior Santos em ação pelo Atlético-MGPedro Souza / Atlético
Publicado 18/08/2025 18:56 | Atualizado 18/08/2025 18:57
Belo Horizonte - Comprado por 8 milhões de dólares (R$ 47,5 milhões na cotação da época), Júnior Santos ainda não teve o desempenho esperado no Atlético-MG e ouviu vaias da torcida na derrota por 3 a 1 para o Grêmio, no domingo (17). Em entrevista na zona mista da Arena MRV, o atacante ex-Botafogo acredita que não tem tido sequência e pontuou que precisa dela para ter confiança.
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"A torcida tem toda razão. Eu não tenho tido ainda uma sequência. Dos jogadores que foram contratados, das grandes contratações, acho que fui o único que não tive uma sequência. Não gosto de ficar fazendo comparações, mas mas o início foi difícil para todos jogadores, caso do Vitor Roque, que gosto muito também. Tem tido uma sequência, e agora está começando a deslanchar no Palmeiras".
"Preciso dessa sequência para ganhar mais confiança, ritmo de jogo. Para ser o Júnior Santos explosivo, que rompia bastante, causava muito perigo ao adversário. Mas eu entendo. O treinador tem jogadores que tem entrado e ido bem. Tenho que esperar a minha oportunidade. Acredito que, pelo meu estilo de jogo, sou um jogador que, quando tenho mais ritmo de jogo, pela força física, pelas explosões, consegue ter mais destaque, vamos dizer assim".
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Carrasco do Galo na final da Libertadores em 2024, Júnior Santos chegou ao Atlético-MG em janeiro deste ano. No período, ele disputou 24 partidas, anotou dois gols e deu duas assistências.

"Não é falta de oportunidades. Tenho tido oportunidades, mas entendo o lado do treinador. Para não ficar corte e pegar como polêmica. Não é isso, só estou me posicionando pelas críticas e pelas pancadas. Entendo o lado do Cuca, ele que me trouxe para cá. Às vezes você coloca o jogador tendo em vista aquilo que você viu, falando de mim, no Botafogo. As coisas não têm acontecido nessa volta. Na parada, estava muito bem, terminei muito bem, fazendo gol", explicou Júnior.
"No Botafogo era um estilo de jogo diferente. Minha função era atacar mais as costas do adversário. Tem o meu ponto forte, de sair na cara do gol, em função do jogo que eu jogava no Botafogo, que era mais voltado para minha velocidade. Mas tenho que adaptar ao jogo. Acredito que tendo sequência, com certeza meu desempenho vai ser outro", completou posteriormente.
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