Publicado 17/09/2025 16:40
Rio- Um dos jogadores com mais tempo no Botafogo, Mateo Ponte falou sobre a carreira e momentos vividos no Glorioso para o ‘BotafogoPodcast’. O uruguaio, que chegou em 2023, comemorou a renovação de contrato até 2028.
Leia mais: Botafogo tem equatoriano como novidade em lista de relacionados contra Mirassol
PublicidadeLeia mais: Botafogo tem equatoriano como novidade em lista de relacionados contra Mirassol
“Nenhuma conquista pessoal se cumpre sozinho, né? Porque tem um grupo de trabalho bom, todo grupo que eu passei, estou aqui há dois anos já. E todos os caras que passaram pela minha frente me ajudaram muito a ser quem eu sou agora como jogador. Acho que eu sou muito grato por ter vindo para cá. Não errei em ficar, quando eu tive a possibilidade de sair, e não errei sabendo que eu já assinei meu contrato até 2028 e vou estar junto com vocês “, disse Mateo Ponte.
Leia mais: Léo Linck vira solução após quase deixar o Botafogo na última janela de transferências
Leia mais: Léo Linck vira solução após quase deixar o Botafogo na última janela de transferências
O lateral-direito contou uma história dos bastidores e a razão de ter celebrado os títulos da Libertadores e do Campeonato Brasileiro em 2024 com camisa histórica do Botafogo.
“Eu não conhecia essa camisa. Eu me lembro que estava no Instagram e eu estava falando, ‘pô, tem uma camisa histórica do Botafogo, seria legal ter, né?’. Minha namorada me falou ‘para que comprar essa camisa de Botafogo que você não vai usar nunca?’ E, pô, quando foi a final da Libertadores, eu falei, ‘pô, vou levar na minha mala, vou colocar na minha mala’. Acho que não tinha nada, tinha o terno e tudo mais, e eu falei, ‘pô, vou colocar a camisa’. Quando chegou no Rio, todo mundo ficou encantado com a camisa”, completou o jogador.
“Eu não conhecia essa camisa. Eu me lembro que estava no Instagram e eu estava falando, ‘pô, tem uma camisa histórica do Botafogo, seria legal ter, né?’. Minha namorada me falou ‘para que comprar essa camisa de Botafogo que você não vai usar nunca?’ E, pô, quando foi a final da Libertadores, eu falei, ‘pô, vou levar na minha mala, vou colocar na minha mala’. Acho que não tinha nada, tinha o terno e tudo mais, e eu falei, ‘pô, vou colocar a camisa’. Quando chegou no Rio, todo mundo ficou encantado com a camisa”, completou o jogador.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.