Publicado 10/05/2026 15:41
Para John Textor, a escolha por Franclim Carvalho no Botafogo não foi difícil. Mesmo com o português sem experiência como técnico - antes só havia trabalhado rapidamente na função no Belenenses -, o dono da SAF alvinegra assumiu o risco de contratá-lo com base no que já havia feito no Lyon.
PublicidadeAfinal, Pierre Sage também era apenas um auxiliar, assim como Franclim, quando assumiu o time francês durante a gestão do empresário estadunidense. E a opção deu certo, com uma boa campanha no Campeonatoi Inglês, da fuga do rebaixamento para as primeiras colocações.
"Tive muito sucesso com Pierre Sage na França, sabia que ele era um dos homens mais inteligentes que eu já conheci no futebol e ele nunca tinha sido treinador principal. Não me importava, adoro a inteligência dele. Ele nos tirou da lanterna e nos levou de volta à Liga Europa, e agora ele é provavelmente o melhor técnico da França, com seu Lens em segundo lugar", explicou Textor em entrevista ao Canal do Anderson Motta.
"Então, não tive medo de contratar Franclim como auxiliar técnico. Acho que não dá para dizer: 'Ah, o momento é grande demais' para alguém só porque essa pessoa nunca foi técnico principal antes'. Ele não vai acertar em todas as decisões, mas já dá para ver que ele é muito bom em admitir quando comete um erro, e, sabe, todos nós cometemos".
Textor ainda apontou uma mudança tática no Botafogo que considerou importante desde a chegada de Franclim Carvalho.
"Sob o comando do técnico anterior (Martín Anselmi), estávamos sempre em uma formação que eliminava um meio-campista, éramos muito agressivos, mas muito vulneráveis. Então, me sinto mais seguro agora com Franclim, mas ainda conseguimos marcar gols. Como dono, gosto dele, como torcedor estou empolgado", avaliou.
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