Publicado 24/10/2025 16:18
Assim como fez com Ganso no Fluminense, Fernando Diniz buscou dar protagonismo e recuperar Philippe Coutinho no Vasco. E o meio deu a resposta positiva e se tornou um dos destaques da boa fase do time, o que lhe rendeu elogios do comandante.
Publicidade"É como se fosse um sol. Ele dá brilho para as coisas. Ele é brilhante mesmo. Dos jogadores com quem eu trabalhei dessa categoria, ele é o mais humilde. É solidário. Não quer apagar o (jogador) do lado para brilhar. Nada, ele faz quem está do lado jogar melhor. Os jogadores percebem isso. É um ídolo", afirmou em entrevista Romário e seu canal.
E o treinador revela que teve a certeza de que a parceria com Coutinho iria dar certo desde a primeira conversa que tiveram. E não à toa, Diniz aposta em retorno do jogador à seleção brasileira.
"Foi uma coisa muito instantânea. Foi uma química igual quando as pessoas se apaixonam de uma vez. Na primeira conversa, senti que a coisa ia andar. Ele está cada vez mais próximo de voltar à Seleção".
Para Diniz, uma das explicações para o bom momento de Coutinho é justamente a questão física. Após sofrer com série de problemas musculares, o meia conseguiu ter uma sequência de jogos.
"Por incrível que pareça, o Coutinho é um dos caras que mais correm, que mais treinam. Ele tinha um problema antes de mim que era ter que administrar carga de treino e jogo. Comigo foi o contrário. Ele treina, frequenta menos departamento médico. A ferramenta dele de trabalho está cada vez mais ativa. Ele está cada vez melhor", explicou.
Diniz explica relação com o Vasco
Em sua segunda passagem pelo clube, o técnico admitiu a frustração pelo trabalho de pouco tempo na Série B em 2021. Mas também teve a certeza de que voltaria, o que fez em 2025, com a chance de conquistar a Copa do Brasil.
"Eu vim para cá em 2021 e as pessoas que estavam do meu lado não queriam que eu viesse. Eu tinha essa vontade de voltar, sabia que voltaria. A presença do Pedrinho foi fundamental. Eu queria muito ajudar o Vasco. É um momento sofrido. Estou totalmente à vontade", afirmou, para também explicar a sua relação com o clube:
"Eu tenho uma ligação com o Vasco difícil de explicar. Eu adoro a torcida, é um negócio que eu queria desde a época que você jogava aqui, tinha Romário, Juninho Pernambucano, Felipe, Pedrinho... Era um negócio que eu me sentia motivado. Tinha vontade de presenciar um dia".
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