Investigação da Polícia Civil identificou suspeitos e levou à prisão do último integrante ainda não capturadoFoto: Divulgação
Publicado 29/08/2026 15:13
Macaé - Uma madrugada de ameaças, medo e transferências bancárias deu início a uma investigação que, quase dois anos depois, terminou com a prisão do último suspeito ainda procurado. Policiais civis da 123ª DP prenderam, na tarde de sexta-feira (28), M.E.I.D.S., apontado pela investigação como integrante de um grupo suspeito de praticar extorsões contra homens atraídos para encontros no Centro de Macaé.
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A prisão ocorreu por força de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. Segundo a Polícia Civil, o investigado era o último integrante do grupo identificado durante a apuração que ainda permanecia pendente de captura.
O caso começou após uma ocorrência registrada na madrugada de 11 de dezembro de 2024. Conforme apontado pela investigação, um homem foi abordado por integrantes do grupo e mantido dentro do próprio veículo sob graves ameaças. A vítima teria sido obrigada a realizar diversas transferências bancárias.
A partir da denúncia, investigadores da 123ª DP passaram a reconstruir os passos dos envolvidos. O trabalho reuniu imagens de câmeras de segurança, levantamentos de informações e análise das movimentações financeiras relacionadas ao crime.
Com o cruzamento desses dados, os policiais conseguiram identificar os suspeitos e, segundo a corporação, individualizar a participação de cada um na ação investigada. As diligências também apontaram uma possível ligação com outro episódio ocorrido horas antes em Rio das Ostras.
De acordo com a Polícia Civil, o segundo caso apresentou características semelhantes ao crime investigado em Macaé, o que levou os investigadores a considerar a possibilidade de uma atuação coordenada do grupo.
A prisão desta sexta-feira completa, segundo a polícia, a captura dos autores identificados ao longo da investigação. Os demais envolvidos já haviam sido localizados e presos pelas forças de segurança.
O caso agora segue para as etapas judiciais. Embora a prisão preventiva represente uma medida determinada pela Justiça diante dos elementos apresentados na investigação, a responsabilidade criminal de cada acusado ainda depende do devido processo legal e de decisão judicial definitiva.
A atuação da 123ª DP também evidencia a importância da análise de diferentes fontes de informação na investigação de crimes dessa natureza. Registros financeiros, imagens de segurança e depoimentos podem ajudar os investigadores a reconstruir a sequência dos acontecimentos e estabelecer a participação individual dos envolvidos.
Com a prisão do último suspeito identificado, a Polícia Civil considera concluída a etapa de captura dos integrantes apontados na investigação. O caso permanece sob análise das autoridades competentes.
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