Secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony BlinkenAFP
Publicado 28/11/2023 10:24 | Atualizado 28/11/2023 10:26
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O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, irá retornar ao Oriente Médio nos próximos dias, desembarcando em Israel e na Cisjordânia. A visita ocorre em meio aos esforços dos Estados Unidos para estender o cessar-fogo em Gaza e libertar mais reféns, informou a Secretaria de Estado.

Antes de ir para Israel e Cisjordânia, Blinkein irá desembarcar na Bélgica e na Macedônia do Norte para participar de reuniões focadas no conflito entre Rússia e Ucrânia.

Na sequência, ao chegar à região do conflito entre israelenses e o Hamas, Blinken discutirá o direito de Israel de se defender de acordo com as regras internacionais de direito humanitário, segundo a nota. A pauta inclui também "iniciativas para garantir a libertação dos reféns restantes, proteger a vida civil durante as operações de Israel em Gaza e acelerar a assistência humanitária aos civis".

O secretário deve abordar ainda medidas tangíveis para promover a criação de um futuro Estado palestino, assim como reforçar a necessidade de evitar a ampliação do conflito.

O destino final da viagem de Blinken será Dubai, onde participará da Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (COP28). Ao longo do evento, o secretário também se reunirá com representantes de outros países para abordar questões regionais, incluindo o conflito entre Israel e o Hamas.
Serviço de Inteligência dos EUA em Israel
Os diretores dos serviços de inteligência dos Estados Unidos e de Israel estão em Doha nesta terça-feira, 28, para discutir com o primeiro-ministro do Catar sobre a "próxima fase" de um acordo entre Hamas e Israel em Gaza, informou uma fonte que pediu anonimato.
"O diretor da CIA e o diretor da agência nacional israelense de inteligência (Mossad) estão em Doha para uma reunião com o primeiro-ministro do Catar com o objetivo de consolidar os progressos do acordo de pausa humanitária prolongada e iniciar outras discussões sobre a próxima fase de um potencial acordo", afirmou a fonte.
"Autoridades egípcias também participam na reunião", acrescentou.
*Com informações da AFP e Estadão Conteúdo
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