Publicado 07/07/2025 11:52
Os representantes dos governos da China, da Rússia e da África do Sul responderam à ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de tarifas a países que se alinharem ao Brics com uma alíquota adicional de 10%, após o bloco condenar a imposição unilateral de medidas de restrição comercial. A reunião da cúpula ocorre no Rio de Janeiro e termina nesta segunda-feira (7).
Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning reiterou que o país "sempre se opôs a guerras tarifárias e comerciais, e ao uso de tarifas como ferramentas de coerção e pressão". "A imposição arbitrária de tarifas não está no interesse de ninguém", disse.
PublicidadePorta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning reiterou que o país "sempre se opôs a guerras tarifárias e comerciais, e ao uso de tarifas como ferramentas de coerção e pressão". "A imposição arbitrária de tarifas não está no interesse de ninguém", disse.
Ning também defendeu o Brics como uma "força positiva e inclusiva" nas relações internacionais e acrescentou que o bloco "não está contra nenhum país".
Segundo a Tass, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, também afirmou que o Brics apenas atua em torno dos seus próprios interesses, compartilhando uma "visão comum" de cooperação global, mas "não está, e nunca estará, direcionado contra países terceiros".
Em declaração à Reuters, o porta-voz do Ministério do Comércio da África do Sul, Kaamil Alli, disse que o país ainda pretende negociar tarifas com o presidente Trump e esclareceu que não possui uma postura "anti-americana".
Segundo a Tass, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, também afirmou que o Brics apenas atua em torno dos seus próprios interesses, compartilhando uma "visão comum" de cooperação global, mas "não está, e nunca estará, direcionado contra países terceiros".
Em declaração à Reuters, o porta-voz do Ministério do Comércio da África do Sul, Kaamil Alli, disse que o país ainda pretende negociar tarifas com o presidente Trump e esclareceu que não possui uma postura "anti-americana".
"Ainda esperamos uma comunicação formal dos EUA em respeito ao nosso acordo comercial, mas as conversas seguem construtivas e frutíferas", disse.
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