Publicado 15/08/2026 07:31
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que declarará o Estreito de Ormuz território norte-americano, durante um pronunciamento no Centro de Treinamento e Inteligência David S. Mack, em Garden City, em Nova York, nesta sexta-feira, 14. "Logo declararei o Estreito de Ormuz como território dos EUA", disse Trump, que também afirmou que os Forças Militares norte-americanas estão "armadas até os dentes".
Ele também disse que não há problema se os norte-americanos estão pagando alguns centavos a mais na gasolina, pois isso é para um bem maior para o país e para o mundo: impedir que o Irã tenha armas nucleares.
"Alguns centavos a mais na gasolina é para impedirmos que Irã tenha arma nuclear", disse Trump. "Se você está pagando um pouco a mais na gasolina, está OK; Fiz o certo", afirmou durante o evento.
PublicidadeEle também disse que não há problema se os norte-americanos estão pagando alguns centavos a mais na gasolina, pois isso é para um bem maior para o país e para o mundo: impedir que o Irã tenha armas nucleares.
"Alguns centavos a mais na gasolina é para impedirmos que Irã tenha arma nuclear", disse Trump. "Se você está pagando um pouco a mais na gasolina, está OK; Fiz o certo", afirmou durante o evento.
Irã rebate declaração
O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Kazem Gharibabadi, rebateu declarações de, Donald Trump, e disse que o Estreito de Ormuz "sempre será iraniano", em publicação no X, antigo Twitter.
"O Estreito de Ormuz não pode ser tomado nem com um tuíte, nem com um porta-aviões, nem com a emissão de um decreto e nem com um discurso de campanha eleitoral. O Irã não teme ameaças e não se intimida com demonstrações de força", escreveu Gharibabadi.
O vice-ministro iraniano acrescentou que o controle da rota marítima segue sob Teerã e sua abertura depende do que for decidido pelos iranianos. "Os Estados Unidos deviam aceitar de uma vez por todas a realidade: até agora, vocês sofreram derrotas estratégicas e pesadas", disse. "Enquanto não aceitarem isso e abandonarem ilusões, o Irã continuará a impor o cerco em Ormuz".
Em paralelo, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o país ainda não tomou uma decisão sobre se retomará as negociações com os Estados Unidos, segundo a agência iraniana ISNA. Ele esclareceu que "nunca houve nada como um cessar-fogo de 60 dias que precise ser renovado". No entendimento do Irã, o memorando de Islamabad era um passo rumo ao acordo para encerrar a guerra, e não um cessar-fogo temporário.
"Os Estados Unidos violaram este memorando e os confrontos recomeçaram. Portanto, não há cessar-fogo a ser prolongado", pontuou ele, de acordo com a agência de notícias iraniana.
Araghchi ponderou que os iranianos ainda trocam mensagens com mediadores do Catar e do Paquistão para tentar encontrar um "novo caminho" de negociações com os Estados Unidos, mas que, "de forma alguma", isso significa negociação, conforme a ISNA.
"O Estreito de Ormuz não pode ser tomado nem com um tuíte, nem com um porta-aviões, nem com a emissão de um decreto e nem com um discurso de campanha eleitoral. O Irã não teme ameaças e não se intimida com demonstrações de força", escreveu Gharibabadi.
O vice-ministro iraniano acrescentou que o controle da rota marítima segue sob Teerã e sua abertura depende do que for decidido pelos iranianos. "Os Estados Unidos deviam aceitar de uma vez por todas a realidade: até agora, vocês sofreram derrotas estratégicas e pesadas", disse. "Enquanto não aceitarem isso e abandonarem ilusões, o Irã continuará a impor o cerco em Ormuz".
Em paralelo, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o país ainda não tomou uma decisão sobre se retomará as negociações com os Estados Unidos, segundo a agência iraniana ISNA. Ele esclareceu que "nunca houve nada como um cessar-fogo de 60 dias que precise ser renovado". No entendimento do Irã, o memorando de Islamabad era um passo rumo ao acordo para encerrar a guerra, e não um cessar-fogo temporário.
"Os Estados Unidos violaram este memorando e os confrontos recomeçaram. Portanto, não há cessar-fogo a ser prolongado", pontuou ele, de acordo com a agência de notícias iraniana.
Araghchi ponderou que os iranianos ainda trocam mensagens com mediadores do Catar e do Paquistão para tentar encontrar um "novo caminho" de negociações com os Estados Unidos, mas que, "de forma alguma", isso significa negociação, conforme a ISNA.
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