Publicado 25/08/2026 14:18
Cuba condenou, nesta terça-feira (25), a prorrogação do bloqueio econômico e comercial imposto pelos Estados Unidos (EUA) há quase 70 anos, e afirmou que a medida busca "sufocar toda uma nação".
Publicidade Em 1962, o governo de John F. Kennedy invocou a Lei de Comércio com o Inimigo, que Washington acaba de prorrogar, para estabelecer o embargo contra a ilha comunista.
Embora a renovação da lei fosse esperada, ela ocorre em um momento difícil para Cuba, que enfrenta um embargo de petróleo imposto pelos EUA desde janeiro.
O ministro das Relações Exteriores cubano, Bruno Rodríguez, disse nesta terça-feira (25) em seu perfil no X (antigo Twitter) que a prorrogação até setembro de 2027 é "a confirmação de que Washington persiste em seu objetivo de sufocar toda uma nação".
Ele acrescentou que Washington implementou uma "política genocida" contra a ilha de 9,4 milhões de habitantes.
Antonio Rodríguez, um taxista de 40 anos em Havana, disse à AFP que os Estados Unidos deveriam, em vez disso, abrir o comércio com a ilha "para ver se é o governo ou o embargo que está funcionando mal".
Devido às sanções americanas, o país enfrenta constantes apagões e um colapso no turismo, uma de suas principais fontes de renda.
Desde 1978, todos os presidentes dos EUA, republicanos e democratas, prorrogaram essa lei, que permite a Washington restringir o comércio com países considerados inimigos.
Embora a renovação da lei fosse esperada, ela ocorre em um momento difícil para Cuba, que enfrenta um embargo de petróleo imposto pelos EUA desde janeiro.
O ministro das Relações Exteriores cubano, Bruno Rodríguez, disse nesta terça-feira (25) em seu perfil no X (antigo Twitter) que a prorrogação até setembro de 2027 é "a confirmação de que Washington persiste em seu objetivo de sufocar toda uma nação".
Ele acrescentou que Washington implementou uma "política genocida" contra a ilha de 9,4 milhões de habitantes.
Antonio Rodríguez, um taxista de 40 anos em Havana, disse à AFP que os Estados Unidos deveriam, em vez disso, abrir o comércio com a ilha "para ver se é o governo ou o embargo que está funcionando mal".
Devido às sanções americanas, o país enfrenta constantes apagões e um colapso no turismo, uma de suas principais fontes de renda.
Desde 1978, todos os presidentes dos EUA, republicanos e democratas, prorrogaram essa lei, que permite a Washington restringir o comércio com países considerados inimigos.
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