Publicado 22/09/2026 09:25 | Atualizado 22/09/2026 11:22
Ataques noturnos russos mataram pelo menos quatro pessoas no Dnipro, no leste da Ucrânia, anunciados pelas autoridades nesta terça-feira (22), no momento em que o presidente Volodimir Zelensky busca apoio em uma visita a Nova York.
“O ataque russo executado esta noite contra a cidade deixou quatro mortos”, afirmou nas redes sociais Oleksandr Ganja, administrador militar da região de Dnipropetrovsk.
As vítimas foram encontradas sob os escombros, enquanto prosseguem os trabalhos de resgate e busca.
Antes, o dirigente indicava que quatro bairros do Dnipro foram atacados com "mísseis, drones e artilharia". Os bombardeios atingiram “armazens e uma empresa, que sofreram graves danos”.
Instalações industriais em Kryvyi Rig e Pavlograd, outras duas cidades da região, também foram atingidas.
Zelensky se reunirá com seu homólogo americano, Donald Trump, nesta terça-feira, à margem da Assembleia Geral da ONU em Nova York.
Washington reativou seus esforços de mediação diplomática para encontrar uma solução para a guerra na Ucrânia, que dura mais de quatro anos.
“O ataque russo executado esta noite contra a cidade deixou quatro mortos”, afirmou nas redes sociais Oleksandr Ganja, administrador militar da região de Dnipropetrovsk.
As vítimas foram encontradas sob os escombros, enquanto prosseguem os trabalhos de resgate e busca.
Antes, o dirigente indicava que quatro bairros do Dnipro foram atacados com "mísseis, drones e artilharia". Os bombardeios atingiram “armazens e uma empresa, que sofreram graves danos”.
Instalações industriais em Kryvyi Rig e Pavlograd, outras duas cidades da região, também foram atingidas.
Zelensky se reunirá com seu homólogo americano, Donald Trump, nesta terça-feira, à margem da Assembleia Geral da ONU em Nova York.
Washington reativou seus esforços de mediação diplomática para encontrar uma solução para a guerra na Ucrânia, que dura mais de quatro anos.
União Europeia libera R$ 36 bilhões em ajuda militar
PublicidadeNo final do mês passado, a União Europeia liberou um novo pacote de 6,1 bilhões de euros(US$ 7,1 bilhões, R$ 36 bilhões) para a Ucrânia, com o objetivo de reforçar sua defesa aérea e capacidades em mísseis e munições. A ajuda fez parte de um empréstimo de 90 bilhões de euros (US$ 105 bilhões, R$ 539 bilhões) concedido a Kiev pelo bloco. Mais da metade do valor foi destinada à ajuda militar.
"Neste Dia da Independência da Ucrânia, expressamos nosso apoio inabalável", afirmou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, na rede social X.
Quase 16 bilhões de euros (US$ 17,5 bilhões de dólares, R$ 89 bilhões) foram aprovados, dos quais 8,5 bilhões já foram efetivamente liberados, segundo a Comissão Europeia.
"Com 376 ataques com mísseis registrados apenas em julho, o reforço das defesas da Ucrânia é cada vez mais urgente", afirmou a Comissão em comunicado. A Ucrânia precisa especialmente de mísseis interceptadores do tipo Patriot, para contra-atacar os mísseis balísticos russos.
"Neste Dia da Independência da Ucrânia, expressamos nosso apoio inabalável", afirmou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, na rede social X.
Quase 16 bilhões de euros (US$ 17,5 bilhões de dólares, R$ 89 bilhões) foram aprovados, dos quais 8,5 bilhões já foram efetivamente liberados, segundo a Comissão Europeia.
"Com 376 ataques com mísseis registrados apenas em julho, o reforço das defesas da Ucrânia é cada vez mais urgente", afirmou a Comissão em comunicado. A Ucrânia precisa especialmente de mísseis interceptadores do tipo Patriot, para contra-atacar os mísseis balísticos russos.
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