Publicado 13/08/2026 10:27
Niterói - Aos 82 anos e com 60 anos de carreira, Sonia Santos está de volta ao Rio de Janeiro para celebrar uma trajetória que atravessa o samba, o soul, o jazz e a música popular brasileira. Radicada em Los Angeles há mais de três décadas, a cantora apresenta o show “O Samba Mandou Me Chamar” em três apresentações — duas, aliás, são gratuitas: dia 28 de agosto, na Sala Nelson Pereira dos Santos, em Niterói, e 3 de setembro, no Teatro Rival Petrobras, na Cinelândia. O último show acontece no dia 4 de setembro, no Centro da Música Carioca, na Tijuca.
Dona de uma trajetória singular, Sonia ganhou projeção nacional nos anos 1970 com “Porque”, parceria de Raul Seixas e Paulo Coelho que integrou a trilha sonora da novela O Rebu, da TV Globo. O sucesso a levou ao “Fantástico”, onde apresentou números musicais ao lado de Grande Otelo e protagonizou momentos que permanecem na memória da televisão brasileira.
Agora, de volta ao país, a cantora revisita diferentes fases de sua carreira em um espetáculo que reúne clássicos do samba e da música brasileira, além de canções compostas especialmente para ela por alguns dos maiores nomes da MPB. Entre elas estão “Somos América”, de Tim Maia; “Pátria Amada”, de Jorge Ben Jor; e “Gerações”, de Luiz Melodia. O repertório inclui ainda “Upa Neguinho”, “A Lavadeira”, “Brasileirinho”, “Baixa do Sapateiro” e “Água de Beber”.
“O público vai descobrir e redescobrir, coisas novas num repertório bem escolhido. Eu tenho certeza de que vão gostar”, diz a artista.
A proposta de “O Samba Mandou Me Chamar” é estabelecer uma ponte entre diferentes momentos da música brasileira e a experiência internacional construída pela intérprete. O show incorpora releituras e arranjos que dialogam com o jazz e com as referências musicais que acompanharam a cantora ao longo das últimas décadas.
“São as músicas que Tim, Melodia e Jorge fizeram pra mim, que continuam sendo muito atuais quando a gente observa as letras”, completa.
A direção de produção é de José Luiz Coutinho, que tem 40 anos de atuação na área e atualmente é diretor executivo do Teatro Poeira. A produção executiva e a cenografia são de Marcelo Aouila, produtor com 30 anos de experiência.
“José Luis e Marcelo tiveram grande influência tanto na escolha do repertório quanto no nome do show. A ideia é mostrar como o samba continua vivo e aberto a novas possibilidades. Fiz, por exemplo, uma releitura de ‘Água de Beber’ inspirada em um arranjo da Tânia Maria, que transforma a música em algo próximo do jazz, e acho isso muito interessante. Quero que os músicos e o público percebam essas diferentes camadas, essa harmonia de sentimentos e sensações. E o nome veio justamente dessa ideia: como dizia Evaldo Gouveia, ‘quer ver eu querer, me dê; quer ver eu ir, me puxe’. Se o samba está me puxando, lá vou eu”, explica Sonia.
Com duração de 90 minutos, o espetáculo foi concebido também como uma oportunidade para que novas gerações conheçam a obra de uma artista que construiu parte importante de sua carreira fora do Brasil, sem jamais romper com suas raízes. Para os antigos admiradores, é a oportunidade de reencontrar uma voz que ajudou a escrever capítulos importantes da música brasileira dos anos 1970.
UMA VOZ QUE GANHOU O MUNDO
PublicidadeDona de uma trajetória singular, Sonia ganhou projeção nacional nos anos 1970 com “Porque”, parceria de Raul Seixas e Paulo Coelho que integrou a trilha sonora da novela O Rebu, da TV Globo. O sucesso a levou ao “Fantástico”, onde apresentou números musicais ao lado de Grande Otelo e protagonizou momentos que permanecem na memória da televisão brasileira.
Agora, de volta ao país, a cantora revisita diferentes fases de sua carreira em um espetáculo que reúne clássicos do samba e da música brasileira, além de canções compostas especialmente para ela por alguns dos maiores nomes da MPB. Entre elas estão “Somos América”, de Tim Maia; “Pátria Amada”, de Jorge Ben Jor; e “Gerações”, de Luiz Melodia. O repertório inclui ainda “Upa Neguinho”, “A Lavadeira”, “Brasileirinho”, “Baixa do Sapateiro” e “Água de Beber”.
“O público vai descobrir e redescobrir, coisas novas num repertório bem escolhido. Eu tenho certeza de que vão gostar”, diz a artista.
A proposta de “O Samba Mandou Me Chamar” é estabelecer uma ponte entre diferentes momentos da música brasileira e a experiência internacional construída pela intérprete. O show incorpora releituras e arranjos que dialogam com o jazz e com as referências musicais que acompanharam a cantora ao longo das últimas décadas.
“São as músicas que Tim, Melodia e Jorge fizeram pra mim, que continuam sendo muito atuais quando a gente observa as letras”, completa.
A direção de produção é de José Luiz Coutinho, que tem 40 anos de atuação na área e atualmente é diretor executivo do Teatro Poeira. A produção executiva e a cenografia são de Marcelo Aouila, produtor com 30 anos de experiência.
“José Luis e Marcelo tiveram grande influência tanto na escolha do repertório quanto no nome do show. A ideia é mostrar como o samba continua vivo e aberto a novas possibilidades. Fiz, por exemplo, uma releitura de ‘Água de Beber’ inspirada em um arranjo da Tânia Maria, que transforma a música em algo próximo do jazz, e acho isso muito interessante. Quero que os músicos e o público percebam essas diferentes camadas, essa harmonia de sentimentos e sensações. E o nome veio justamente dessa ideia: como dizia Evaldo Gouveia, ‘quer ver eu querer, me dê; quer ver eu ir, me puxe’. Se o samba está me puxando, lá vou eu”, explica Sonia.
Com duração de 90 minutos, o espetáculo foi concebido também como uma oportunidade para que novas gerações conheçam a obra de uma artista que construiu parte importante de sua carreira fora do Brasil, sem jamais romper com suas raízes. Para os antigos admiradores, é a oportunidade de reencontrar uma voz que ajudou a escrever capítulos importantes da música brasileira dos anos 1970.
UMA VOZ QUE GANHOU O MUNDO
Sonia Santos começou sua carreira em 1966 e, ao longo de seis décadas, construiu uma trajetória que conecta a música brasileira ao cenário internacional. Revelada ao grande público nos anos 1970 pelo sucesso de “Porque”, de Raul Seixas e Paulo Coelho, tornou-se presença marcante no “Fantástico”, da TV Globo, onde dividiu a cena com Grande Otelo e protagonizou números musicais dirigidos por nomes como Maurício Sherman e Aloísio Legey. Na mesma época, gravou pela Som Livre e lançou trabalhos como “Crioula” (1977), álbum que se tornou um dos marcos de sua discografia.
Sua trajetória brasileira inclui ainda passagens por importantes projetos da música nacional, entre eles o Projeto Pixinguinha, além de trabalhos e parcerias com nomes como Jorge Ben Jor, Tim Maia e Luiz Melodia, que escreveram músicas especialmente para ela. Sua identidade artística sempre transitou pelo samba, soul, jazz e pela música afro-brasileira.
Em 1990, Sonia iniciou sua ligação com os Estados Unidos ao integrar como lead singer a versão internacional de “Oba Oba”, espetáculo de Sargentelli dirigido por Franco Fontana, com passagem pela Broadway, em Nova York.
Radicada em Los Angeles há mais de três décadas, construiu uma carreira internacional em português, espanhol e inglês e levou a música brasileira a importantes palcos e festivais norte-americanos. Ao longo desse período, apresentou-se ao lado de grandes nomes como Ray Charles, Al Jarreau, Nancy Wilson, Miúcha e Sérgio Mendes.
Em 2025, sua obra ganhou um novo capítulo quando o álbum Crioula foi revisitado pela série Os Ímpares, aproximando Sonia de uma nova geração de artistas. Xande de Pilares e Priscila Tossan reinterpretaram músicas do disco, reafirmando a força e a atualidade de uma obra criada há quase cinco décadas.
Aos 82 anos, Sonia Santos retorna ao Brasil para celebrar 60 anos de carreira, levando ao palco não apenas sua história, mas a experiência de uma artista que atravessou gerações, fronteiras e diferentes linguagens musicais sem jamais perder sua identidade brasileira.
FICHA TÉCNICA
Sua trajetória brasileira inclui ainda passagens por importantes projetos da música nacional, entre eles o Projeto Pixinguinha, além de trabalhos e parcerias com nomes como Jorge Ben Jor, Tim Maia e Luiz Melodia, que escreveram músicas especialmente para ela. Sua identidade artística sempre transitou pelo samba, soul, jazz e pela música afro-brasileira.
Em 1990, Sonia iniciou sua ligação com os Estados Unidos ao integrar como lead singer a versão internacional de “Oba Oba”, espetáculo de Sargentelli dirigido por Franco Fontana, com passagem pela Broadway, em Nova York.
Radicada em Los Angeles há mais de três décadas, construiu uma carreira internacional em português, espanhol e inglês e levou a música brasileira a importantes palcos e festivais norte-americanos. Ao longo desse período, apresentou-se ao lado de grandes nomes como Ray Charles, Al Jarreau, Nancy Wilson, Miúcha e Sérgio Mendes.
Em 2025, sua obra ganhou um novo capítulo quando o álbum Crioula foi revisitado pela série Os Ímpares, aproximando Sonia de uma nova geração de artistas. Xande de Pilares e Priscila Tossan reinterpretaram músicas do disco, reafirmando a força e a atualidade de uma obra criada há quase cinco décadas.
Aos 82 anos, Sonia Santos retorna ao Brasil para celebrar 60 anos de carreira, levando ao palco não apenas sua história, mas a experiência de uma artista que atravessou gerações, fronteiras e diferentes linguagens musicais sem jamais perder sua identidade brasileira.
FICHA TÉCNICA
Sonia Santos – voz e roteiro
Pitter Rocha e Rodrigo Ferrera – arranjos e direção musical
Ifátóki Maíra Freitas – teclados
Letícia Mayara – bateria
Pitter Rocha – guitarra
Rodrigo Ferrera – baixo elétrico
Essegaroto Aouila – design gráfico
Alexandre Moreira – fotos de cena
Germando Kuerten – fotos de divulgação
Fábio Dobbs e Guilherme Scarpa – assessoria de imprensa
Lead Performance – gestão de redes sociais e tráfego
Emerson Gol – assistente de produção
Gláucia Portugal – consultoria
Claudio Sardenberg – produção Niterói
Marcelo Aouila – produção executiva
José Luiz Coutinho – direção de produção
Essegaroto Aouila e Oficina Teatral – produção Rio de Janeiro
Associação Cultural Somar Ideias – realização
SERVIÇO
O SAMBA MANDOU ME CHAMAR
Pitter Rocha e Rodrigo Ferrera – arranjos e direção musical
Ifátóki Maíra Freitas – teclados
Letícia Mayara – bateria
Pitter Rocha – guitarra
Rodrigo Ferrera – baixo elétrico
Essegaroto Aouila – design gráfico
Alexandre Moreira – fotos de cena
Germando Kuerten – fotos de divulgação
Fábio Dobbs e Guilherme Scarpa – assessoria de imprensa
Lead Performance – gestão de redes sociais e tráfego
Emerson Gol – assistente de produção
Gláucia Portugal – consultoria
Claudio Sardenberg – produção Niterói
Marcelo Aouila – produção executiva
José Luiz Coutinho – direção de produção
Essegaroto Aouila e Oficina Teatral – produção Rio de Janeiro
Associação Cultural Somar Ideias – realização
SERVIÇO
O SAMBA MANDOU ME CHAMAR
Sinopse: Sonia Santos apresenta seu novo trabalho no Rio de Janeiro após décadas de carreira voltada para o mercado internacional. No palco, estará acompanhada de quatro músicos, em um roteiro de 20 canções que inclui os sucessos “Xangô”, “Baixa do Sapateiro”, “Água de Beber” e “Pátria Amada”.
Duração: 90 minutos
Classificação: 18 anos
28 DE AGOSTO DE 2026
Duração: 90 minutos
Classificação: 18 anos
28 DE AGOSTO DE 2026
Horário: 19h30
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos
Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 880 – São Domingos, Niterói
Entrada: franca
Ingressos: na bilheteria do teatro no dia da apresentação, por ordem de chegada. Cada pessoa poderá retirar até 2 ingressos. Sujeito à lotação da casa.
Lotação: 491 lugares
3 DE SETEMBRO DE 2026
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos
Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 880 – São Domingos, Niterói
Entrada: franca
Ingressos: na bilheteria do teatro no dia da apresentação, por ordem de chegada. Cada pessoa poderá retirar até 2 ingressos. Sujeito à lotação da casa.
Lotação: 491 lugares
3 DE SETEMBRO DE 2026
Horário: 19h30
Local: Teatro Rival Petrobras
Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia, Rio de Janeiro – RJ
Entrada: franca
Ingressos: Sympla, sujeito à lotação da casa.
Link para ingressos: http://bit.ly/4fkEamF
4 DE SETEMBRO DE 2026
Local: Teatro Rival Petrobras
Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia, Rio de Janeiro – RJ
Entrada: franca
Ingressos: Sympla, sujeito à lotação da casa.
Link para ingressos: http://bit.ly/4fkEamF
4 DE SETEMBRO DE 2026
Horário: 19h
Local: Centro da Música Carioca
Endereço: Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
Vendas: Sympla
Local: Centro da Música Carioca
Endereço: Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
Vendas: Sympla
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