Publicado 28/07/2026 17:45
A sequência de acidentes registrada nos últimos dias voltou a colocar a segurança no trânsito de Nova Friburgo em debate. Na segunda-feira (27), um motociclista morreu após uma colisão na RJ-116, em Mury. No mesmo dia, outro acidente entre dois veículos na estrada Mury–Lumiar provocou transtornos e reforçou a sensação de insegurança nas vias da cidade. Os casos ocorrem poucos dias após levantamento apontar aumento no número de acidentes registrados no primeiro semestre de 2026, cenário que levanta questionamentos sobre a efetividade das ações de prevenção e fiscalização adotadas pelos órgãos responsáveis.
Os números mostram que o problema está longe de ser pontual. Conforme levantamento já divulgado pelo O Dia, Nova Friburgo registrou 419 acidentes entre janeiro e junho de 2026, contra 392 no mesmo período de 2025, aumento de cerca de 7%. As colisões lideram as ocorrências, seguidas por quedas de motociclistas, atropelamentos e capotamentos. Dados do Corpo de Bombeiros mostram uma trajetória de crescimento nos últimos anos, indicando uma evolução contínua das ocorrências.
Os números mostram que o problema está longe de ser pontual. Conforme levantamento já divulgado pelo O Dia, Nova Friburgo registrou 419 acidentes entre janeiro e junho de 2026, contra 392 no mesmo período de 2025, aumento de cerca de 7%. As colisões lideram as ocorrências, seguidas por quedas de motociclistas, atropelamentos e capotamentos. Dados do Corpo de Bombeiros mostram uma trajetória de crescimento nos últimos anos, indicando uma evolução contínua das ocorrências.
Diante desse cenário, surge uma pergunta inevitável: o aumento dos acidentes pode ser explicado apenas pela imprudência dos motoristas?
Em resposta enviada à reportagem, a Prefeitura de Nova Friburgo afirma que a principal causa continua sendo o comportamento dos condutores, citando excesso de velocidade, desrespeito à sinalização, uso de celular ao volante, direção sob efeito de álcool e o crescimento dos acidentes envolvendo motocicletas. O município também destaca que boa parte das ocorrências acontece em rodovias estaduais, como a RJ-116, RJ-142, RJ-130, RJ-148 e RJ-150, cuja gestão cabe ao DER-RJ e, no caso da RJ-116, também à concessionária Rota 116.
A administração municipal informa ainda que desenvolve ações nas vias sob sua responsabilidade, como a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana, revitalização da sinalização horizontal e vertical e melhorias na infraestrutura viária.
Apesar disso, os acidentes continuam ocorrendo em diferentes pontos da cidade e levantam questionamentos sobre a efetividade das medidas adotadas. O caso mais recente, na RJ-116, reacendeu as críticas de moradores e usuários da rodovia quanto às condições de segurança em alguns trechos, especialmente em Mury, onde há registros frequentes de colisões.
Enquanto a prefeitura atribui o problema principalmente à imprudência dos condutores, os números indicam que a discussão passa também por fatores como planejamento viário, engenharia de tráfego, fiscalização e intervenções em pontos críticos.
Em resposta enviada à reportagem, a Prefeitura de Nova Friburgo afirma que a principal causa continua sendo o comportamento dos condutores, citando excesso de velocidade, desrespeito à sinalização, uso de celular ao volante, direção sob efeito de álcool e o crescimento dos acidentes envolvendo motocicletas. O município também destaca que boa parte das ocorrências acontece em rodovias estaduais, como a RJ-116, RJ-142, RJ-130, RJ-148 e RJ-150, cuja gestão cabe ao DER-RJ e, no caso da RJ-116, também à concessionária Rota 116.
A administração municipal informa ainda que desenvolve ações nas vias sob sua responsabilidade, como a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana, revitalização da sinalização horizontal e vertical e melhorias na infraestrutura viária.
Apesar disso, os acidentes continuam ocorrendo em diferentes pontos da cidade e levantam questionamentos sobre a efetividade das medidas adotadas. O caso mais recente, na RJ-116, reacendeu as críticas de moradores e usuários da rodovia quanto às condições de segurança em alguns trechos, especialmente em Mury, onde há registros frequentes de colisões.
Enquanto a prefeitura atribui o problema principalmente à imprudência dos condutores, os números indicam que a discussão passa também por fatores como planejamento viário, engenharia de tráfego, fiscalização e intervenções em pontos críticos.
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