Publicado 24/08/2026 13:39
Rio das Ostras - Na hora de procurar atendimento médico, saber qual unidade escolher pode fazer diferença no tempo de espera e até na resposta diante de uma situação grave. Em Rio das Ostras, a Rede Municipal de Saúde reforça as orientações sobre o fluxo correto de atendimento para ajudar moradores a identificar quando procurar uma Unidade de Saúde da Família ou Unidade Básica de Saúde e quando buscar serviços de urgência e emergência.
PublicidadeA orientação busca organizar o atendimento de acordo com a necessidade de cada paciente. Consultas de rotina, vacinação, acompanhamento de doenças crônicas e outros cuidados preventivos devem ser realizados preferencialmente na Atenção Primária, enquanto situações graves precisam de atendimento imediato em unidades de urgência ou do acionamento das equipes de socorro.
A subsecretária de Atenção Especializada em Saúde, Deiva Motta, destaca que a informação ajuda a tornar o atendimento mais rápido e eficiente. “É importante que o morador possa diferenciar o que é um atendimento de rotina de um atendimento de emergência. A informação é fundamental para agilizar o atendimento ao paciente e dar mais qualidade e celeridade aos serviços de saúde”, explica.
As Unidades de Saúde da Família e as Unidades Básicas de Saúde são a principal porta de entrada para o acompanhamento regular. Esses serviços devem ser procurados para consultas de rotina, pré-natal, acompanhamento da saúde da criança, vacinação, planejamento familiar, renovação de receitas, encaminhamentos, curativos e retirada de pontos.
Também fazem parte da Atenção Primária o acompanhamento de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e asma, além de atendimentos para sintomas leves, como febre baixa, tosse ou dor de garganta com poucos dias de evolução. O apoio psicológico também pode ser realizado nessas unidades quando não há situação de urgência.
Já os casos com sintomas graves ou risco à vida precisam de atendimento de urgência. O Pronto-Socorro Municipal e a UPA 24 horas são indicados para essas situações. As urgências pediátricas, obstétricas e ginecológicas contam ainda com atendimento no Hospital Municipal.
Dor no peito, falta de ar súbita, sinais de acidente vascular cerebral, sangramento intenso, fraturas após acidentes graves, convulsões, perda de consciência e alergias graves com inchaço ou dificuldade para respirar estão entre os sinais que exigem atendimento imediato.
Também precisam de avaliação rápida os casos de febre alta persistente acompanhada de confusão mental, pressão muito alta que não normaliza e vômitos ou diarreia com sinais de desidratação moderada ou grave. Para gestantes, rompimento da bolsa, sangramento em grande quantidade ou ausência dos movimentos fetais também são sinais de alerta.
Quando existe risco imediato de morte, a orientação é não tentar chegar sozinho a uma unidade de saúde. Em situações como acidentes de trânsito, quedas de altura com trauma na cabeça e alteração da consciência ou surtos psiquiátricos, o morador deve acionar o SAMU pelo telefone 192 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.
O atendimento correto de cada caso ajuda a reduzir filas e deslocamentos desnecessários, melhora a organização dos serviços e permite que as equipes concentrem esforços nos pacientes que realmente precisam de atendimento imediato. Para o morador, conhecer esse fluxo significa ter mais segurança para decidir onde buscar ajuda e aumentar as chances de receber o cuidado adequado no momento certo.
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