A linha 4 foi construÃda pela Concessionária Rio Barra, formada por empresas dos grupos Odebrecht, Queiroz Galvão e Carioca Christiani. O contrato firmado estabeleceu que o estado arcaria com 45% dos custos da obra, No entanto, segundo o MPRJ, o governo aplicou cerca de nove vezes a mais do que a concessionária.
O MPRJ diz, agora, que ao analisar o laudo da PUC-Rio e tomar conhecimento do risco iminente de colapso, os promotores do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (GAECC) reavaliaram o caso e "ponderaram que o direito à vida deve prevalecer, sem que se desconsidere a proteção ao patrimônio público. Buscando resguardar ambos os valores, a ACP adotou medidas que garantem a tutela à vida atrelada à proteção ao patrimônio".
"Referida verba pública estaria, in casu, literalmente sendo aterrada", diz a petição inicial de 87 páginas.
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Rio de Janeiro - RJ - 01/07/2019 - Linha 4 do Metro - Canteiro de obras da linha 4 do Metro - Foto Reginaldo Pimenta / Agencia O DiaReginaldo Pimenta / Agência O DIA
Rio de Janeiro - RJ - 01/07/2019 - Linha 4 do Metro - Canteiro de obras da linha 4 do Metro - Foto Reginaldo Pimenta / Agencia O DiaReginaldo Pimenta / Agência O Dia
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