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Rio de Janeiro

'Ainda não dá para acreditar', diz filha de diarista morta após ser baleada na Cidade de Deus

Jurema Alvares Pinto, de 66 anos, foi baleada na Rua Edgard Werneck quando era levada pelo filho para o trabalho

Jurema Alvares Pinto, de 66 anos, ia para o trabalho quando foi mortaReprodução do Facebook
O Diaredacao@odia.com.br
Publicado 07/02/2022 17:12
Rio - A filha da diarista Jurema Alvares Pinto, 66, morta após ser baleada no peito, nesta segunda-feira, na Cidade de Deus, usou as redes sociais para lamentar a perda da mãe. A idosa seguia para o trabalho de carro com o filho pela Rua Edgard Werneck, quando foi atingida por um disparo. Ela chegou a ser socorrida para a UPA Cidade de Deus, mas não resistiu. 
"Ainda não dá para acreditar que perdemos nossa mãe. Uma mulher guerreira e trabalhadora. Sempre correndo atrás (...) Sempre apoiando todos nós", compartilhou Cris Alvares, uma das filhas da diarista. 
Uma outra filha da idosa, identificada como 'Morena do Jota' no Facebook, também lamentou a morte da mãe nas redes sociais: "Não, mãe! Você se foi, mãe", disse.
Jurema Alvares Pinto, de 66 anos, ia para o trabalho quando foi morta - Reprodução do Facebook
Jurema Alvares Pinto, de 66 anos, ia para o trabalho quando foi mortaReprodução do Facebook
O carro onde Jurema seguia para o trabalho dirigido pelo filho foi atingido no para-brisa. O disparo atingiu o peito da idosa. Uma imagem do carro com a perfuração no vidro foi tirada na porta da UPA Cidade de Deus, onde o filho buscou atendimento para a mãe. Ela chegou com vida na unidade, mas acabou falecendo. 
Segundo relato de PMs, o filho da vítima teria dito que viu traficantes fazendo a travessia na rua Edgard Werneck, no momento em que o disparo atingiu o veículo. Em nota, a PM disse que nenhuma operação policial era feita no momento do disparo. O 18º BPM (Jacarepaguá), que responde pela região, não realizava nenhuma ação.
A Polícia Civil informou que a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) já apura as circunstâncias que levaram a morte da idosa. Mais cedo, pouco após a morte, agentes já realizavam diligências na localidade. 
Ainda não há informações sobre data, local e horário do sepultamento. Até o momento, o corpo da idosa não teria dado entrada no Instituto Médico Legal, no Centro do Rio.
fotogaleria
Jurema Alvares Pinto, de 66 anos, ia para o trabalho quando foi morta
  • Jurema Alvares Pinto, de 66 anos, ia para o trabalho quando foi mortaReprodução do Facebook
    O Diaredacao@odia.com.br
    Publicado 07/02/2022 17:12
    Rio - A filha da diarista Jurema Alvares Pinto, 66, morta após ser baleada no peito, nesta segunda-feira, na Cidade de Deus, usou as redes sociais para lamentar a perda da mãe. A idosa seguia para o trabalho de carro com o filho pela Rua Edgard Werneck, quando foi atingida por um disparo. Ela chegou a ser socorrida para a UPA Cidade de Deus, mas não resistiu. 
    "Ainda não dá para acreditar que perdemos nossa mãe. Uma mulher guerreira e trabalhadora. Sempre correndo atrás (...) Sempre apoiando todos nós", compartilhou Cris Alvares, uma das filhas da diarista. 
    Uma outra filha da idosa, identificada como 'Morena do Jota' no Facebook, também lamentou a morte da mãe nas redes sociais: "Não, mãe! Você se foi, mãe", disse.
    Jurema Alvares Pinto, de 66 anos, ia para o trabalho quando foi mortaReprodução do Facebook
    O carro onde Jurema seguia para o trabalho dirigido pelo filho foi atingido no para-brisa. O disparo atingiu o peito da idosa. Uma imagem do carro com a perfuração no vidro foi tirada na porta da UPA Cidade de Deus, onde o filho buscou atendimento para a mãe. Ela chegou com vida na unidade, mas acabou falecendo. 
    Segundo relato de PMs, o filho da vítima teria dito que viu traficantes fazendo a travessia na rua Edgard Werneck, no momento em que o disparo atingiu o veículo. Em nota, a PM disse que nenhuma operação policial era feita no momento do disparo. O 18º BPM (Jacarepaguá), que responde pela região, não realizava nenhuma ação.
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    Ainda não há informações sobre data, local e horário do sepultamento. Até o momento, o corpo da idosa não teria dado entrada no Instituto Médico Legal, no Centro do Rio.
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    Jurema Alvares Pinto, de 66 anos, ia para o trabalho quando foi morta
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    hor">Reprodução do Facebook
    Jurema Alvares Pinto, de 66 anos, ia para o trabalho quando foi mortaReprodução do Facebook
    Disparo atingiu o para-brisa do carro dirigido pelo filho da diaristaReprodução
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