Publicado 21/03/2023 15:56 | Atualizado 21/03/2023 16:43
Rio - O jovem Paulo Victor Barros da Silva, 27 anos, morreu nesta terça-feira (21), após um mês internado no Hospital Adão Pereira Nunes (HMAPN), em Duque de Caxias, após ser baleado durante um tiroteio no bloco de Carnaval em Magé, na Baixada.
Segundo a Prefeitura de Duque de Caxias, o paciente estava internado em estado gravíssimo no CTI desde 20 de fevereiro após ser atingido por disparos na cabeça, no ombro, na perna e no tórax. Ele morreu após uma parada cardiorrespiratória. De acordo com a direção da unidade, foram realizadas manobras de ressuscitação cardiopulmonar por 20 minutos, mas sem sucesso.
Ainda segundo a unidade, óbito foi registrado na 60ª DP. Paulo Victor era a única vítima do tiroteio de Magé ainda internada na unidade. Por enquanto, não há informações sobre o local e horário do enterro.
Segundo a Prefeitura de Duque de Caxias, o paciente estava internado em estado gravíssimo no CTI desde 20 de fevereiro após ser atingido por disparos na cabeça, no ombro, na perna e no tórax. Ele morreu após uma parada cardiorrespiratória. De acordo com a direção da unidade, foram realizadas manobras de ressuscitação cardiopulmonar por 20 minutos, mas sem sucesso.
Ainda segundo a unidade, óbito foi registrado na 60ª DP. Paulo Victor era a única vítima do tiroteio de Magé ainda internada na unidade. Por enquanto, não há informações sobre o local e horário do enterro.
No dia do tiroteio, outras duas pessoas morreram e 19 ficaram feridas. As outras duas vítimas fatais são Maria Eduarda Carvalho Martins, de 9 anos, que estava com a mãe quando acabou sendo atingida por um disparo e a técnica de radiologia Gabriela Carvalho de Alvarenga, de 35 anos, baleada no pescoço.
Relembre o caso
Os tiros foram disparados em uma confusão entre dois homens durante o Bloco das Piranhas. O confronto iniciou com uma briga entre o policial civil Rodolfo de Brito e o miliciano Flávio Serafim da Silva Júnior, conhecido como Bu.
Relembre o caso
Os tiros foram disparados em uma confusão entre dois homens durante o Bloco das Piranhas. O confronto iniciou com uma briga entre o policial civil Rodolfo de Brito e o miliciano Flávio Serafim da Silva Júnior, conhecido como Bu.
Segundo as investigações, Flávio teria disparado contra o agente, que teria reagido. O acusado estava foragido há 15 anos, tendo sido condenado em dezembro de 2006 por receptação. Os dois teriam discutido por causa da utilização de um banheiro.
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