Publicado 22/05/2023 12:57
Rio - Os responsáveis por um evento que soltaria um balão de 50 metros neste domingo (21) serão investigados, após a ação ser frustrada pelo Comando de Polícia Ambiental (CPAm) da Polícia Militar, em Magé, na Baixada Fluminense. A Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) incluiu a ocorrência em um inquérito, aberto em abril, para identificar as pessoas que integram grupo de baloeiros e indiciá-las pelo crime de associação criminosa e soltura de balões.
O comandante da CPAm, coronel Luciano de Vasconcelos, destaca a importância da população denunciar eventos de soltura de balões para que a polícia possa agir preventivamente. Neste domingo, agentes chegaram ao campo descampado em Magé às 4h da madrugada e impediram o crime por conta de uma denúncia que chegou na quinta-feira. Os suspeitos fugiram por uma área de mangue.
"A informação chegou através do Linha Verde. A gente pede que a população colabore. Ligue para os números do Disque Denúncia. Era um lugar de muito difícil acesso", conta. O caso foi registrado na delegacia distrital e encaminhado para a especializada em Meio Ambiente (DPMA).
O coronel afirma que havia cerca de duas mil pessoas para assistir à soltura criminosa e pondera que o grupo deve se organizar por meio de uma rede social fechada. "Como era um local de difícil acesso, eles não esperavam a ação da polícia. Os responsáveis conseguiram fugir, entraram pelo mangue e houve correira", afirma o comandante do CPAm. A ação teve apoio do Grupamento Aeromóvel (GAM).
O período junino, que se aproxima, aumenta o número de ocorrências. "Essa época é a que a gente mais trabalha.Muitos balões acabam caindo próximo a aeroportos. Especialmente, em véspera de dias religiosos. Soltura de balão é crime, não é cultural", alerta.
Na ação que impediu um festival neste domingo, foram apreendidos um balão com cerca de 50 metros de comprimento e uma bandeira com 100 metros, 100 quilos de bucha, dois botijões de gás, um pandeiro (adereço) de dois metros, uma boca de balão com quatro metros de diâmetro e cordas para amarração.
No mesmo dia, policiais militares do CPAm faziam um patrulhamento marítimo, quando apreenderam outro balão que caía na Baía de Guanabara, próximo ao Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio.
O Linha Verde, do Disque Denúncia, lançou a 25ª edição do Disque Balão. Para denunciar crimes ambientais em todo Estado ao Linha Verde, a população pode ligar para o telefone (21) 2253-1177 e para o 0300 253 1177 (interior), ambos com WhatsApp anônimo. Também é possível denunciar pelo aplicativo "Disque Denúncia RJ"; pelo site do Disque Denúncia; e pela página do Linha Verde no Facebook.
O coronel afirma que havia cerca de duas mil pessoas para assistir à soltura criminosa e pondera que o grupo deve se organizar por meio de uma rede social fechada. "Como era um local de difícil acesso, eles não esperavam a ação da polícia. Os responsáveis conseguiram fugir, entraram pelo mangue e houve correira", afirma o comandante do CPAm. A ação teve apoio do Grupamento Aeromóvel (GAM).
O período junino, que se aproxima, aumenta o número de ocorrências. "Essa época é a que a gente mais trabalha.Muitos balões acabam caindo próximo a aeroportos. Especialmente, em véspera de dias religiosos. Soltura de balão é crime, não é cultural", alerta.
Na ação que impediu um festival neste domingo, foram apreendidos um balão com cerca de 50 metros de comprimento e uma bandeira com 100 metros, 100 quilos de bucha, dois botijões de gás, um pandeiro (adereço) de dois metros, uma boca de balão com quatro metros de diâmetro e cordas para amarração.
No mesmo dia, policiais militares do CPAm faziam um patrulhamento marítimo, quando apreenderam outro balão que caía na Baía de Guanabara, próximo ao Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio.
O Linha Verde, do Disque Denúncia, lançou a 25ª edição do Disque Balão. Para denunciar crimes ambientais em todo Estado ao Linha Verde, a população pode ligar para o telefone (21) 2253-1177 e para o 0300 253 1177 (interior), ambos com WhatsApp anônimo. Também é possível denunciar pelo aplicativo "Disque Denúncia RJ"; pelo site do Disque Denúncia; e pela página do Linha Verde no Facebook.
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