Publicado 02/01/2025 11:50 | Atualizado 02/01/2025 20:16
Rio - Juliana Leite Rangel, de 26 anos, baleada por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na véspera de Natal, teve a sedação totalmente suspensa na manhã desta quinta-feira (2). Segundo o boletim médico, a paciente apresentou boa resposta, abrindo os olhos de forma espontânea e começando a interagir.
Internada há mais de uma semana no Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes (HMAPN), em Duque de Caxias, a jovem já havia começado a despertar e a responder a estímulos na terça-feira (1º). O estado geral de saúde dela segue grave, porém mantendo melhora clínica progressiva a cada dia.
Ainda de acordo com a unidade, Juliana segue em protocolo de redução da ventilação mecânica, também tolerando bem a redução desse suporte. Do ponto de vista neurológico, ela vem progredindo o nível de consciência, sem novos déficits, com despertar espontâneo e interação com o meio, mas ainda não sendo possível avaliação completa de possíveis sequelas permanentes.
O processo de desmame de ventilação mecânica seguirá de acordo com a tolerância da paciente. Ela segue em terapia intensiva, em acompanhada pelo serviço de neurocirurgia em conjunto com equipe multidisciplinar.
PublicidadeInternada há mais de uma semana no Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes (HMAPN), em Duque de Caxias, a jovem já havia começado a despertar e a responder a estímulos na terça-feira (1º). O estado geral de saúde dela segue grave, porém mantendo melhora clínica progressiva a cada dia.
Ainda de acordo com a unidade, Juliana segue em protocolo de redução da ventilação mecânica, também tolerando bem a redução desse suporte. Do ponto de vista neurológico, ela vem progredindo o nível de consciência, sem novos déficits, com despertar espontâneo e interação com o meio, mas ainda não sendo possível avaliação completa de possíveis sequelas permanentes.
O processo de desmame de ventilação mecânica seguirá de acordo com a tolerância da paciente. Ela segue em terapia intensiva, em acompanhada pelo serviço de neurocirurgia em conjunto com equipe multidisciplinar.
Relembre o caso
Juliana foi atingida na cabeça por um tiro de fuzil no dia 24 de dezembro, na Rodovia Washington Luiz (BR-040). A vítima passava pela via, quando o carro em que estava com a família foi alvo de disparos. Em um vídeo que circula nas redes sociais, o pai da jovem, que dirigia o veículo, afirma que os tiros partiram de agentes da PRF.
Segundo a mãe de Juliana, os policiais atiraram mais de 30 vezes contra o carro da família. Além da jovem e a mãe, estavam no carro o pai da vítima, um outro filho do casal e a mulher dele. Eles saíram de Belford Roxo e seguia para a casa de uma irmã de Juliana, em Niterói, onde celebrariam o Natal.
A Polícia Rodoviária Federal afastou preventivamente os agentes que balearam a jovem. O Ministério Público Federal (MPF) também instaurou um Procedimento Investigatório Criminal analisar se houve tentativa de homicídio por parte dos agentes.
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