Publicado 16/11/2025 08:19
Rio - A cabeleireira Patrícia Godoys da Silva, de 31 anos, baleada durante um tiroteio na Estrada da Cacuia, na Ilha do Governador, na Zona Norte, na noite de sexta-feira (14) contou que estava em um voltando de um atendimento em um carro de aplicativo no momento em que foi atingida. Ela deu entrada no Hospital Municipal Evandro Freire e recebeu alta na madrugada de sábado (15).
Publicidade"Eu fui liberada ontem mesmo, de madrugada, fiquei em observação na sala vermelha, fiz lá os procedimentos e não atingiu nada grave, graças a Deus. Tinha várias possibilidades de dar muito ruim, mas graças a Deus não era minha hora. Deus me deu esse livramento. Eu não estava lanchando, nem passando a pé, eu estava dentro do carro. Deus me deu esse livramento, estou viva", disse.
Patrícia foi atingida na região do quadril. "A bala entrou na frente e saiu atrás e por pouco não pegou numa veia que eu esqueci o nome. O médico falou para mim: 'Você tem religião?' Eu respondi que sim. Então ele falou: ‘Então amanhã você pode agradecer, porque nasceu de novo. Se o tiro pegasse milímetros para o lado, você estaria morta'", contou.
Segundo a cabeleireira, tudo aconteceu muito rápido. "Eu estava no carro com minha amiga porque eu estava fazendo o cabelo dela e quando a gente terminou começaram os tiros, a gente esperou dá uma cessada e chamou um carro de aplicativo, mas quando a gente desceu a Rua Copiuva começou o tiroteio de novo e o carro, o rapaz, saiu desgovernado e entrou ali no Yakisoba, bateu ali, e foi nessa hora que eu fui baleada. Eu olhei e estava queimando muito e eu estava sangrando", explicou.
Na ocasião, populares ajudaram Patrícia. "Um casal me pegou e me levou pro Evandro Freire e me acalmou (...) Sou cabeleireira, preciso comprar antibiótico que não é barato, gases para curativo, então dezembro tá aí e eu vou trabalhar firme e forte, porque eu sou forte pra caramba e Deus me permitiu", finalizou.
Além de Patrícia, uma outra mulher, Marina dos Santos, 23, também foi atingida no tiroteio e precisou ser levada ao mesmo hospital. O estado de saúde dela é grave.
De acordo com a Polícia Militar, os disparos foram feitos por um grupo de homens armados na direção de um dos acessos ao Morro do Dendê.
Segundo a Polícia Civil, o caso é investigado pela 37ª DP (Ilha do Governador). Diligências estão em andamento para apurar os fatos e identificar a autoria do crime
Patrícia foi atingida na região do quadril. "A bala entrou na frente e saiu atrás e por pouco não pegou numa veia que eu esqueci o nome. O médico falou para mim: 'Você tem religião?' Eu respondi que sim. Então ele falou: ‘Então amanhã você pode agradecer, porque nasceu de novo. Se o tiro pegasse milímetros para o lado, você estaria morta'", contou.
Segundo a cabeleireira, tudo aconteceu muito rápido. "Eu estava no carro com minha amiga porque eu estava fazendo o cabelo dela e quando a gente terminou começaram os tiros, a gente esperou dá uma cessada e chamou um carro de aplicativo, mas quando a gente desceu a Rua Copiuva começou o tiroteio de novo e o carro, o rapaz, saiu desgovernado e entrou ali no Yakisoba, bateu ali, e foi nessa hora que eu fui baleada. Eu olhei e estava queimando muito e eu estava sangrando", explicou.
Na ocasião, populares ajudaram Patrícia. "Um casal me pegou e me levou pro Evandro Freire e me acalmou (...) Sou cabeleireira, preciso comprar antibiótico que não é barato, gases para curativo, então dezembro tá aí e eu vou trabalhar firme e forte, porque eu sou forte pra caramba e Deus me permitiu", finalizou.
Além de Patrícia, uma outra mulher, Marina dos Santos, 23, também foi atingida no tiroteio e precisou ser levada ao mesmo hospital. O estado de saúde dela é grave.
De acordo com a Polícia Militar, os disparos foram feitos por um grupo de homens armados na direção de um dos acessos ao Morro do Dendê.
Segundo a Polícia Civil, o caso é investigado pela 37ª DP (Ilha do Governador). Diligências estão em andamento para apurar os fatos e identificar a autoria do crime
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