Publicado 19/02/2026 16:20 | Atualizado 19/02/2026 16:38
Rio - Laissa Cristina dos Santos, de 31 anos, encontrada morta em estado avançado de decomposição no Complexo da Pedreira, Zona Norte, era aguardada para desfilar pela Mangueira no domingo (15), na Marquês de Sapucaí. Segundo amigos da vítima, a componente da escola era uma pessoa assídua na comunidade e frequentava os ensaios na quadra. A Polícia Civil investiga se o companheiro da mulher é o responsável pelo crime.
A fantasia que Laissa usaria no desfile estava intacta em um dos cômodos da casa. De acordo com amigos, que lamentaram a morte nas redes sociais, a vítima estava animada e ansiosa para participar do Carnaval de sua escola do coração. "Componente assídua e alegre, que teve o direito à vida ceifado", escreveu uma colega.
Um grupo de torcedores da Mangueira também lamentou a morte de Laissa e cobrou justiça. "Infelizmente, recebemos a notícia do falecimento de uma componente da Estação Primeira de Mangueira. Comprometida e assídua, Laissa dos Santos não conseguiu desfilar pela nossa escola. Nós, torcedores da Mangueira, cobramos que a Justiça elucide o caso e prenda o culpado", publicou o perfil.
PublicidadeA fantasia que Laissa usaria no desfile estava intacta em um dos cômodos da casa. De acordo com amigos, que lamentaram a morte nas redes sociais, a vítima estava animada e ansiosa para participar do Carnaval de sua escola do coração. "Componente assídua e alegre, que teve o direito à vida ceifado", escreveu uma colega.
Um grupo de torcedores da Mangueira também lamentou a morte de Laissa e cobrou justiça. "Infelizmente, recebemos a notícia do falecimento de uma componente da Estação Primeira de Mangueira. Comprometida e assídua, Laissa dos Santos não conseguiu desfilar pela nossa escola. Nós, torcedores da Mangueira, cobramos que a Justiça elucide o caso e prenda o culpado", publicou o perfil.
Leia o comunicado na íntegra abaixo.
De acordo com informações preliminares, amigos encontraram o corpo de Laissa no interior da residência, após a vítima passar três dias sem responder às mensagens. O cadáver foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) do Centro. Não há informações sobre o sepultamento.
Suspeito se apresentou à polícia, mas não foi preso
A 39ª DP (Pavuna) investiga o caso. Ao DIA, o delegado Jorge Maranhão, titular da distrital, informou que o principal suspeito é o companheiro de Laissa, que já prestou depoimento.
"Testemunhas disseram que viram ele sair da residência dela após uma discussão. Ele estava com receio de sofrer represálias dos traficantes da Pedreira. Não foi uma apresentação espontânea [para o depoimento]. Encaminhei ele para exame de corpo de delito, pois havia sinais de lesões", explicou. Segundo Maranhão, a prisão não ocorreu porque ainda falta esclarecer como a morte aconteceu.
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