Publicado 02/03/2026 07:04 | Atualizado 02/03/2026 09:05
Rio - O ex-atleta de remo João Gabriel Bertho, de 21 anos, procurou delegacia no último fim de semana após ser confundido por populares com João Gabriel Xavier Bertho, 19, apontado como um dos envolvidos em um estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, na Zona Sul. O jovem afirmou que a confusão ocorreu devido ao nome semelhante dos dois, mas que não tem nenhuma participação no caso.
"O nome que está na reportagem é o meu, que é parecido com o do moleque, mas não sou eu, está na foto que não sou eu, o nome completo dele não é igual ao meu. O nome dele é João Gabriel Xavier Bertho, meu nome é João Gabriel Bertho, e tem gente que está procurando o nome do moleque no Instagram e está achando o meu, mas não sou eu. Já postei que não sou eu, vim na delegacia ver se precisava de alguma coisa e não precisa de nada, porque não sou culpado de nada", publicou.
Nas redes sociais, o atleta reforçou que não conhece o suspeito. Ele foi até a 12ªDP (Copacabana) para evitar mais constrangimentos.
Publicidade"O nome que está na reportagem é o meu, que é parecido com o do moleque, mas não sou eu, está na foto que não sou eu, o nome completo dele não é igual ao meu. O nome dele é João Gabriel Xavier Bertho, meu nome é João Gabriel Bertho, e tem gente que está procurando o nome do moleque no Instagram e está achando o meu, mas não sou eu. Já postei que não sou eu, vim na delegacia ver se precisava de alguma coisa e não precisa de nada, porque não sou culpado de nada", publicou.
Nas redes sociais, o atleta reforçou que não conhece o suspeito. Ele foi até a 12ªDP (Copacabana) para evitar mais constrangimentos.
"Não somos parentes! Tenho 21 anos. No dia do crime eu estava numa festa com amigos que podem confirmar. Na foto divulgada na reportagem vocês podem ver que não sou eu! Já estive na delegacia e não há o que fazer a não ser pedir uma retratação dos divulgadores. Deixo aqui meus sentimentos à vítima! Isso é um absurdo e ninguém deveria passar por algo assim! Que a justiça seja feita e que ela possa se recuperar e encontrar paz e conforto em sua vida", frisou.
João e mais quatro amigos: Santos Allegretti, de 18 anos; Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18; Mattheus Verissimo Zoel Martins, de 19, além de um adolescente, são suspeitos de cometer o crime no dia 31 de janeiro. Todos são considerados foragidos da Justiça.
João e mais quatro amigos: Santos Allegretti, de 18 anos; Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18; Mattheus Verissimo Zoel Martins, de 19, além de um adolescente, são suspeitos de cometer o crime no dia 31 de janeiro. Todos são considerados foragidos da Justiça.
Três dos suspeitos são estudantes do Colégio Pedro II, do Campus Humaitá II, na Zona Sul. Em nota, a reitoria da unidade informou que entrou com processo de desligamento dos investigados.
Segundo a vítima, ela recebeu uma mensagem de um colega da escola, com quem já teve um relacionamento anteriormente, a convidando para ir à casa de um amigo. Ao chegar ao prédio, o rapaz insinuou que fariam "algo diferente", o que foi prontamente recusado por ela. No interior do apartamento, ela foi conduzida a um quarto, onde ficou trancada com quatro homens que insistiam para ela manter relações com eles. Câmeras de segurança mostraram a chegada dos jovens ao apartamento e a saída deles, pouco depois de 1h.
Em nota, a defesa de João Gabriel Xavier Bertho negou que tenha ocorrido um estupro no apartamento. Contestou, ainda, o fato do cliente não ter tido oportunidade de ser ouvido pela polícia para se defender. Leia a nota na íntegra abaixo.
"A defesa de João Gabriel Bertho nega com veemência a ocorrência de estupro. Duas decisões judiciais já haviam negado o pedido de prisão preventiva feito anteriormente. Há nos autos do processo, mensagens de texto, trocadas entre a jovem e seu amigo, ambos com 17 anos, sobre a presença prévia de outros rapazes na casa em que eles se encontrariam, como de fato ocorreu.
A jovem afirma, em seu depoimento à polícia, ter permitido a presença dos rapazes no quarto enquanto ela e o amigo estavam tendo um encontro íntimo. No mesmo depoimento, ela relata ter tido outros pedidos atendidos. A defesa contesta o fato de João Gabriel, estudante e atleta profissional, sem nenhum histórico de violência, não ter tido oportunidade sequer de ser ouvido pela polícia para se defender. Informa ainda que ele jamais foi aluno do Colégio Pedro II.
Contesta ainda que a imagem da jovem ao fim do encontro, se despedindo do amigo com um sorriso e um abraço, não tenha sido objeto da investigação."
A reportagem tenta contato com as defesas dos outros citados. O espaço está aberto para manifestação.
Segundo a vítima, ela recebeu uma mensagem de um colega da escola, com quem já teve um relacionamento anteriormente, a convidando para ir à casa de um amigo. Ao chegar ao prédio, o rapaz insinuou que fariam "algo diferente", o que foi prontamente recusado por ela. No interior do apartamento, ela foi conduzida a um quarto, onde ficou trancada com quatro homens que insistiam para ela manter relações com eles. Câmeras de segurança mostraram a chegada dos jovens ao apartamento e a saída deles, pouco depois de 1h.
Em nota, a defesa de João Gabriel Xavier Bertho negou que tenha ocorrido um estupro no apartamento. Contestou, ainda, o fato do cliente não ter tido oportunidade de ser ouvido pela polícia para se defender. Leia a nota na íntegra abaixo.
"A defesa de João Gabriel Bertho nega com veemência a ocorrência de estupro. Duas decisões judiciais já haviam negado o pedido de prisão preventiva feito anteriormente. Há nos autos do processo, mensagens de texto, trocadas entre a jovem e seu amigo, ambos com 17 anos, sobre a presença prévia de outros rapazes na casa em que eles se encontrariam, como de fato ocorreu.
A jovem afirma, em seu depoimento à polícia, ter permitido a presença dos rapazes no quarto enquanto ela e o amigo estavam tendo um encontro íntimo. No mesmo depoimento, ela relata ter tido outros pedidos atendidos. A defesa contesta o fato de João Gabriel, estudante e atleta profissional, sem nenhum histórico de violência, não ter tido oportunidade sequer de ser ouvido pela polícia para se defender. Informa ainda que ele jamais foi aluno do Colégio Pedro II.
Contesta ainda que a imagem da jovem ao fim do encontro, se despedindo do amigo com um sorriso e um abraço, não tenha sido objeto da investigação."
A reportagem tenta contato com as defesas dos outros citados. O espaço está aberto para manifestação.
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