Publicado 05/03/2026 11:50 | Atualizado 05/03/2026 13:59
Rio - Os quatro jovens presos por estupro coletivo em Copacabana, na Zona Sul, estão em celas separadas dos outros detentos no Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), nesta quinta-feira (5).
PublicidadeJoão Gabriel Xavier Bertho e Mattheus Verissimo Zoel Martins se entregaram à polícia na última terça-feira (3) e passarão por audiência de custódia ainda nesta tarde). Já Bruno Felipe dos Santos Allegretti e Vitor Hugo Oliveira Simonin deram entrada na unidade na quarta (4). A data da audiência ainda não foi marcada.
A cadeia de Benfica funciona como porta de entrada do sistema penitenciário do estado. Os quatro são réus pelos crimes de estupro qualificado, já que a vítima é menor de idade, e cárcere privado.
Relembre o caso
O estupro coletivo teria acontecido na noite do dia 31 de janeiro, em Copacabana. Segundo a vítima, ela recebeu uma mensagem de um colega da escola, com quem já teve um relacionamento anteriormente, a convidando para ir à casa de um amigo. Ao chegar ao prédio, o rapaz insinuou que fariam "algo diferente", o que foi prontamente recusado por ela.
A cadeia de Benfica funciona como porta de entrada do sistema penitenciário do estado. Os quatro são réus pelos crimes de estupro qualificado, já que a vítima é menor de idade, e cárcere privado.
Relembre o caso
O estupro coletivo teria acontecido na noite do dia 31 de janeiro, em Copacabana. Segundo a vítima, ela recebeu uma mensagem de um colega da escola, com quem já teve um relacionamento anteriormente, a convidando para ir à casa de um amigo. Ao chegar ao prédio, o rapaz insinuou que fariam "algo diferente", o que foi prontamente recusado por ela.
No interior do apartamento, ela foi conduzida a um quarto, onde ficou trancada com quatro homens que insistiam para ela manter relações com eles. Câmeras de segurança mostraram a chegada dos jovens ao apartamento e a saída deles, pouco depois de 1h.
Por meio de nota enviada a O DIA, a defesa de João Gabriel disse confiar que "a Justiça, de forma isenta, irá apurar os fatos e decidirá pela improcedência da denúncia. João Gabriel nega estupro e não teve sequer a oportunidade de ser ouvido pela polícia".
Já a defesa de Victor Hugo, representada pelo advogado Ângelo Máximo, afirmou que ele negou participação no crime.
"Eu não acredito no ponto de conivência. O fato dele estar junto não quer dizer que praticou. Vitor nega qualquer fato de cometimento do crime. Ele fala que não participou do fato. O Vitor não tem como negar que esteve no apartamento, mas o crime ele nega", afirmou.
"Eu não acredito no ponto de conivência. O fato dele estar junto não quer dizer que praticou. Vitor nega qualquer fato de cometimento do crime. Ele fala que não participou do fato. O Vitor não tem como negar que esteve no apartamento, mas o crime ele nega", afirmou.
A reportagem não conseguiu contato com a defesa dos demais. O espaço está aberto para eventuais manifestações.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.