Publicado 16/03/2026 14:17
Rio - Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) realizaram, na manhã desta segunda-feira (16), uma perícia complementar no carro da médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, que morreu ao ser baleada durante uma abordagem policial em Cascadura, na Zona Norte. Segundo testemunhas, o veículo teria sido confundido com o de bandidos por policiais militares.
PublicidadeO automóvel está na sede da especializada, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste. Familiares da vítima também estiveram na DHC, mas não quiseram falar com a imprensa.
Andréa morreu dentro do próprio carro após ser baleada, na Rua Palatinado, na noite deste domingo (15). Ela havia acabado de sair da casa dos pais, de 88 e 91 anos. Testemunhas apontam que a vítima teve o veículo confundido com o de bandidos por policiais militares que faziam uma perseguição na região.
De acordo com a Polícia Militar, o caso aconteceu em meio a uma abordagem policial e um procedimento foi instaurado para apurar os fatos ocorridos na ação.
"Vale informar que os policiais, que faziam parte da equipe de agentes que efetuou a abordagem, portavam câmeras corporais. Os dispositivos e as armas utilizadas pelos agentes estão à disposição do procedimento investigativo pela Polícia Civil", afirmou a corporação em nota.
A Polícia Civil informou que diligências estão em andamento para apurar os fatos.
Andréa era ginecologista e cirurgiã-geral. Bem ativa nas redes sociais, ela postava informações sobre a endometriose e cuidados femininos. Até o momento, não há informações sobre o local e horário do enterro.
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