Publicado 19/03/2026 19:14
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) acompanha as investigações sobre a operação policial realizada na quarta-feira (18), no Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, que deixou oito mortos — um morador e sete suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas.
Nesta quinta-feira (19), promotores do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp) e peritos do próprio MP estiveram em uma casa localizada em um beco com acesso pela Rua Barão de Petrópolis, onde parte das mortes ocorreu durante a operação.
PublicidadeNesta quinta-feira (19), promotores do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp) e peritos do próprio MP estiveram em uma casa localizada em um beco com acesso pela Rua Barão de Petrópolis, onde parte das mortes ocorreu durante a operação.
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À tarde, técnicos realizaram uma varredura detalhada no imóvel com uso de scanner e registros fotográficos. A área foi isolada para a realização da perícia. No local, a equipe encontrou marcas de entrada e saída de tiros, vestígios de sangue, objetos pessoais dos moradores, cápsulas de munição e outros indícios.
De acordo com os promotores, o imóvel não havia sido alterado até o momento da inspeção. Todo o material coletado será utilizado na elaboração de um laudo técnico que deve ajudar a esclarecer as circunstâncias das mortes.
A diligência teve o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), enquanto a Delegacia de Homicídios (DH) conduz as investigações. Peritos da Polícia Civil também participaram da ação.
Pela manhã, promotores e técnicos do Ministério Público acompanharam as necropsias das vítimas no Instituto Médico Legal (IML).
O Gaesp informou que recebeu a comunicação da operação e encaminhou o caso para a 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro, que ficará responsável pela apuração.
O Ministério Público também solicitou as imagens das câmeras corporais dos policiais envolvidos na operação, além de outras informações sobre a ação.
Paralelamente, a Promotoria de Justiça junto à Auditoria Militar requisitou as gravações das câmeras corporais de todos os policiais militares que participaram da operação e pediu informações à Corregedoria da Polícia Militar, como parte do acompanhamento da atuação dos agentes.
À tarde, técnicos realizaram uma varredura detalhada no imóvel com uso de scanner e registros fotográficos. A área foi isolada para a realização da perícia. No local, a equipe encontrou marcas de entrada e saída de tiros, vestígios de sangue, objetos pessoais dos moradores, cápsulas de munição e outros indícios.
De acordo com os promotores, o imóvel não havia sido alterado até o momento da inspeção. Todo o material coletado será utilizado na elaboração de um laudo técnico que deve ajudar a esclarecer as circunstâncias das mortes.
A diligência teve o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), enquanto a Delegacia de Homicídios (DH) conduz as investigações. Peritos da Polícia Civil também participaram da ação.
Pela manhã, promotores e técnicos do Ministério Público acompanharam as necropsias das vítimas no Instituto Médico Legal (IML).
O Gaesp informou que recebeu a comunicação da operação e encaminhou o caso para a 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro, que ficará responsável pela apuração.
O Ministério Público também solicitou as imagens das câmeras corporais dos policiais envolvidos na operação, além de outras informações sobre a ação.
Paralelamente, a Promotoria de Justiça junto à Auditoria Militar requisitou as gravações das câmeras corporais de todos os policiais militares que participaram da operação e pediu informações à Corregedoria da Polícia Militar, como parte do acompanhamento da atuação dos agentes.
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