Policiamento reforçado no Rio Comprido após morte do chefe do tráficoReginaldo Pimenta/Agência O DIA
De acordo com o tenente-coronel Marcelo Corbage, comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), as equipes tentavam uma negociação quando foram atacadas a tiros e reagiram. Na residência, o morador acabou baleado e não resistiu.
"No momento de uma ação covarde, eles entraram na residência, colocaram um casal como reféns e no momento que a gente estava buscando uma solução pacífica, uma negociação, houveram disparos de dentro da residência, na qual o senhor Leandro acabou sofrendo o primeiro PAF na região da cabeça. Então a nossa tropa respondeu imediatamente o fogo, onde houve essa ação de neutralização desses seis criminosos", explicou o coronel.
Durante a operação, outras quatro pessoas foram presas enquanto tentavam bloquear vias no Rio Comprido. No local, sete ônibus tiveram as chaves retiradas e acabaram sendo usados como barricadas. Entre eles, um foi incendiado na Avenida Paulo de Frontin, no acesso ao Túnel Rebouças. Devido a violência, comércios fecharam as portas.
Segundo o secretário de Polícia Militar, coronel Marcelo Menezes, a equipe havia localizado o esconderijo de Jiló na terça (17). O criminoso tinha mais de 135 passagens pela polícia.
"Ele é um traficante sanguinário, liderava ações criminosas, promovia sequestros, roubos, tem 135 anotações criminais", frisou.
Contra o criminoso, constavam cerca de 10 mandados de prisão em aberto.

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