Publicado 02/04/2026 15:54 | Atualizado 02/04/2026 17:31
Rio - Um sinal com as mãos feito pelo adolescente Ronaldo Henrique Souza Peixoto, de 14 anos, ao posar para uma foto, pode ter motivado a morte do jovem na Zona Sudoeste do Rio. Segundo relatos da mãe, Monique Andrade, ele e mais dois amigos, todos menores de idade, foram abordados por criminosos da comunidade Cesar Maia, dominada pelo Comando Vermelho (CV), na noite de domingo (29).
PublicidadeRonaldo era morador de Senador Camará, na Zona Oeste, área dominada pelo Terceiro Comando Puro (TCP). Conforme apurado pelo DIA, o suposto gesto na foto encontrada pelos traficantes seria de Ronaldo fazendo o número três, em alusão à facção rival. A família afirma que ele não tinha envolvimento com o tráfico de drogas e que sonhava em seguir a carreira de mecânico. Além disso, fazia aulas de muay thai semanalmente e acumulava medalhas em competições da modalidade.
"Os meninos chegaram por volta das 17h no Recreio dos Bandeirantes, e os criminosos os pegaram às 23h. Eles foram levados para dentro da comunidade, onde foram amarrados e agredidos. Quem foi torturado foi meu filho e o Bernardo. O Cauã não apanhou. Pegaram os celulares deles, viram que não havia nada no telefone do Cauã e, depois, analisaram o celular do meu filho", contou a mãe de Ronaldo em relato nas redes sociais.
Um outro familiar desabafou após a confirmação da localização do corpo de Ronaldo, encontrado em um rio na Estrada do Gabinal, na Freguesia, Zona Oeste. "É preciso ter um coração muito ruim para fazer isso por causa de facção, algo com que ele não tinha qualquer envolvimento. Ele só queria brincar", disse.
Ronaldo estava desaparecido desde o último domingo (29). Segundo a família, ele sumiu após se encontrar com uma namorada na comunidade Cesar Maia, em Vargem Pequena, junto com um grupo de amigos.
O caso foi inicialmente registrado na Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) e, posteriormente, encaminhado à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que dá prosseguimento às investigações. O adolescente Cauã compareceu à delegacia e prestou depoimento.
"Os meninos chegaram por volta das 17h no Recreio dos Bandeirantes, e os criminosos os pegaram às 23h. Eles foram levados para dentro da comunidade, onde foram amarrados e agredidos. Quem foi torturado foi meu filho e o Bernardo. O Cauã não apanhou. Pegaram os celulares deles, viram que não havia nada no telefone do Cauã e, depois, analisaram o celular do meu filho", contou a mãe de Ronaldo em relato nas redes sociais.
Um outro familiar desabafou após a confirmação da localização do corpo de Ronaldo, encontrado em um rio na Estrada do Gabinal, na Freguesia, Zona Oeste. "É preciso ter um coração muito ruim para fazer isso por causa de facção, algo com que ele não tinha qualquer envolvimento. Ele só queria brincar", disse.
Ronaldo estava desaparecido desde o último domingo (29). Segundo a família, ele sumiu após se encontrar com uma namorada na comunidade Cesar Maia, em Vargem Pequena, junto com um grupo de amigos.
O caso foi inicialmente registrado na Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) e, posteriormente, encaminhado à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que dá prosseguimento às investigações. O adolescente Cauã compareceu à delegacia e prestou depoimento.
Ainda não há informações sobre o local e horário do sepultamento de Ronaldo.
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