Publicado 08/04/2026 17:41 | Atualizado 08/04/2026 18:28
Rio - O Velódromo do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste, que pegou fogo no fim da madrugada desta quarta-feira (8), já havia sido atingido por outros dois incêndios e ainda sofreu um alagamento durante um vendaval em outubro de 2018.
PublicidadeNa ocasião, a forte chuva danificou parte do telhado - estrutura que, desta vez, foi completamente destruída pelas chamas. Em julho e novembro de 2017, o local também registrou dois incêndios provocados por balões.
O primeiro foi o mais grave, ao atingir uma área significativa do teto, com custo de reparo estimado em cerca de R$ 200 mil. Já o incidente de novembro gerou um prejuízo de aproximadamente R$ 60 mil aos cofres públicos. À época, a Autoridade de Governança do Legado Olímpico (Aglo), vinculada ao Ministério do Esporte, foi responsável pelos reparos.
O primeiro foi o mais grave, ao atingir uma área significativa do teto, com custo de reparo estimado em cerca de R$ 200 mil. Já o incidente de novembro gerou um prejuízo de aproximadamente R$ 60 mil aos cofres públicos. À época, a Autoridade de Governança do Legado Olímpico (Aglo), vinculada ao Ministério do Esporte, foi responsável pelos reparos.
Incêndio desta quarta-feira
Segundo o prefeito Eduardo Cavaliere, o incidente começou em uma sala imersiva do Museu Olímpico, que fica no interior do espaço, e se alastrou para o teto. Por volta das 11h, o fogo voltou a se propagar na região, porém com menor intensidade. Tanto o Velódromo quanto o museu, que funciona no interior do centro de treinamento, não foram danificados.
Às 14h40, o incêndio entrou na fase de rescaldo. Até o início da noite os bombeiros ainda atuavam para o resfriamento da estrutura e evitar que as chamas ressurgissem. De acordo com a corporação, o trabalho conta com cerca de 60 militares, de seis unidades, com apoio de 20 viaturas. Não há registro de vítimas.
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