Publicado 16/04/2026 19:22
Rio - Familiares e amigos de duas mulheres com o mesmo nome, assassinadas pelo mesmo homem, iniciaram uma corrente nas redes sociais pedindo justiça. A mobilização chama atenção para um caso marcado pela repetição da violência e pela coincidência que une as vítimas, pois ambas se chamavam Monalisa.
PublicidadeA cearense Monalisa de Amorim Pereira, de 30 anos, foi encontrada morta nesta quarta-feira (15), dentro de uma casa na comunidade do Cerro Corá, no Cosme Velho, Zona Sul do Rio. Parentes, que vivem em Fortaleza (CE), relataram que ela estava há dias sem manter contato com a família.
Dias antes da localização do corpo, no domingo (12), o principal suspeito se entregou na 5ª DP (Mem de Sá). Bruno Lira de Lima já era alvo de três mandados de prisão por diferentes crimes, entre eles o feminicídio da ex-companheira Monalisa de Lima Simões, de 21 anos, morta a facadas em 2023, no Ceará.
Nas redes sociais, organizadores do movimento também reforçam o apelo pelo fim do feminicídio. "Queremos justiça pelas Monalisas. Família e amigos dizem não ao feminicídio", diz uma das publicações. Em outra, a mensagem afirma: "O agressor não muda, apenas aguarda o próximo ciclo".
Segundo familiares, Bruno se relacionava com as vítimas quando os crimes aconteceram. Foragido à época, ele se mudou para o Rio, onde iniciou um relacionamento com Monalisa de Amorim. De acordo com parentes, o casal chegou a morar junto na Rocinha, mas ele teria sido expulso da comunidade após agredi-la.
Dias antes da localização do corpo, no domingo (12), o principal suspeito se entregou na 5ª DP (Mem de Sá). Bruno Lira de Lima já era alvo de três mandados de prisão por diferentes crimes, entre eles o feminicídio da ex-companheira Monalisa de Lima Simões, de 21 anos, morta a facadas em 2023, no Ceará.
Nas redes sociais, organizadores do movimento também reforçam o apelo pelo fim do feminicídio. "Queremos justiça pelas Monalisas. Família e amigos dizem não ao feminicídio", diz uma das publicações. Em outra, a mensagem afirma: "O agressor não muda, apenas aguarda o próximo ciclo".
Segundo familiares, Bruno se relacionava com as vítimas quando os crimes aconteceram. Foragido à época, ele se mudou para o Rio, onde iniciou um relacionamento com Monalisa de Amorim. De acordo com parentes, o casal chegou a morar junto na Rocinha, mas ele teria sido expulso da comunidade após agredi-la.
A investigação sobre o assassinato de Monalisa de Amorim está em andamento na 9ª DP (Catete). Bruno permanece preso no Rio, à disposição da Justiça.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.