Publicado 17/06/2026 12:54 | Atualizado 17/06/2026 13:46
Rio - O Exército Brasileiro apresentou, na manhã desta quarta-feira (17), o projeto de revitalização e restauração do Monumento aos Mortos da Segunda Guerra, localizado no Aterro do Flamengo, na Zona Sul, a autoridades do Governo do Estado e da Prefeitura do Rio.
PublicidadeO projeto prevê ações de conservação da estrutura arquitetônica, restauração de elementos históricos e melhorias nos espaços destinados à visitação pública do complexo monumental, um dos principais símbolos da memória da participação brasileira na Segunda Guerra Mundial.
O Monumento recebeu a primeira intervenção em 1972, quando foram identificados problemas na plataforma em balanço. Passados 12 anos, a plataforma votou a apresentar trincas, perto das esculturas. No início dos anos 90, houve vistoria técnica e busca por convênios, mas a revitalização só veio em 2001. Atualmente, suas estruturas encontram-se deterioradas e com risco de colapsar.
À imprensa, o chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército, general de Exército Ricardo José Nigri, explicou que esta obra é mais profunda e pretende deixar o monumento como quando foi inaugurado, em 1960.
“Teve uma pequena revitalização em 2001 e agora esta é mais profunda, porque atinge áreas de sustentação dessa estrutura. Nós precisamos revigorar esse patrimônio. Essa revitalização tem quatro frentes. Ela é estrutural, porque ele cedeu um pouco e está correndo riscos. Por isso vemos esse escoramento. E houve muita infiltração interna que afetou esse patrimônio. Essa revitalização visa trazê-lo à vida novamente da mesma forma como foi inaugurado em 1960”, afirmou.
De acordo com o general, o projeto terá custo total de R$ 58 milhões. Até o momento, já foram arrecadados R$ 18 milhões, sendo R$ 4 milhões das Forças Armadas e R$ 14 milhões através do acordo de cooperação técnica firmado em 2025 entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Defesa.
“Faltam cerca de 40 milhões. Nós estamos procurando, através da Lei Rouanet, lei de incentivo a cultura, isenções de impostos e parceiros que queiram associar a sua imagem a esses valores que são muito caros para nossa sociedade. A busca é de parceria com o Governo do Estado, com a Prefeitura do Rio e com a Firjan, para nos ajudar a completar esses valores”, explicou.
Mesmo que o valor total ainda não tenha sido alcançado, as obras já foram iniciadas. “Nós estamos com a frente um. Já começou o escoramento da estrutura, no lago já iniciou a obra também e a escadaria. Já estamos dando amplo início à revitalização do monumento”, disse.
Participaram do evento o chefe do Departamento de Engenharia e Construção, general de Exército Marcelo Arantes Guedon; o Comandante Militar do Leste, general de Exército Pedro Celso Coelho Montenegro; e o chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército, General de Exército Ricardo José Nigri, além de representantes da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (ANVFEB).
Monumento aos Pracinhas
Inaugurado em 5 de agosto de 1960 e idealizado pelo marechal João Baptista Mascarenhas de Moraes, comandante da Força Expedicionária Brasileira (FEB), o Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial homenageia os brasileiros que morreram durante o conflito.
O complexo abriga os restos mortais de 467 combatentes que morreram no Teatro de Operações da Itália e registra, ainda, os nomes de 2.236 integrantes da Marinha de Guerra, da Marinha Mercante e do Exército Brasileiro mortos ao longo da guerra. Entre seus espaços de destaque estão o mausoléu, o Túmulo do Soldado Desconhecido, esculturas em homenagem às três Forças Armadas e uma sala de exposições dedicada à participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial.
*Colaboração: Érica Martin
À imprensa, o chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército, general de Exército Ricardo José Nigri, explicou que esta obra é mais profunda e pretende deixar o monumento como quando foi inaugurado, em 1960.
“Teve uma pequena revitalização em 2001 e agora esta é mais profunda, porque atinge áreas de sustentação dessa estrutura. Nós precisamos revigorar esse patrimônio. Essa revitalização tem quatro frentes. Ela é estrutural, porque ele cedeu um pouco e está correndo riscos. Por isso vemos esse escoramento. E houve muita infiltração interna que afetou esse patrimônio. Essa revitalização visa trazê-lo à vida novamente da mesma forma como foi inaugurado em 1960”, afirmou.
De acordo com o general, o projeto terá custo total de R$ 58 milhões. Até o momento, já foram arrecadados R$ 18 milhões, sendo R$ 4 milhões das Forças Armadas e R$ 14 milhões através do acordo de cooperação técnica firmado em 2025 entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Defesa.
“Faltam cerca de 40 milhões. Nós estamos procurando, através da Lei Rouanet, lei de incentivo a cultura, isenções de impostos e parceiros que queiram associar a sua imagem a esses valores que são muito caros para nossa sociedade. A busca é de parceria com o Governo do Estado, com a Prefeitura do Rio e com a Firjan, para nos ajudar a completar esses valores”, explicou.
Mesmo que o valor total ainda não tenha sido alcançado, as obras já foram iniciadas. “Nós estamos com a frente um. Já começou o escoramento da estrutura, no lago já iniciou a obra também e a escadaria. Já estamos dando amplo início à revitalização do monumento”, disse.
Participaram do evento o chefe do Departamento de Engenharia e Construção, general de Exército Marcelo Arantes Guedon; o Comandante Militar do Leste, general de Exército Pedro Celso Coelho Montenegro; e o chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército, General de Exército Ricardo José Nigri, além de representantes da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (ANVFEB).
Monumento aos Pracinhas
Inaugurado em 5 de agosto de 1960 e idealizado pelo marechal João Baptista Mascarenhas de Moraes, comandante da Força Expedicionária Brasileira (FEB), o Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial homenageia os brasileiros que morreram durante o conflito.
O complexo abriga os restos mortais de 467 combatentes que morreram no Teatro de Operações da Itália e registra, ainda, os nomes de 2.236 integrantes da Marinha de Guerra, da Marinha Mercante e do Exército Brasileiro mortos ao longo da guerra. Entre seus espaços de destaque estão o mausoléu, o Túmulo do Soldado Desconhecido, esculturas em homenagem às três Forças Armadas e uma sala de exposições dedicada à participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial.
*Colaboração: Érica Martin
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