Publicado 17/06/2026 16:11 | Atualizado 17/06/2026 16:18
Rio – O julgamento de Elton Hilton Herculano de Lima foi adiado, nesta quarta-feira (17), no Tribunal do Júri da 4ª Vara Criminal da Capital. Ele responde pela morte da médica do Exército Rosângela da Silva Santos do Nascimento, de 41 anos.
A nova data foi marcada para o dia 24 de setembro de 2026, às 10h. O adiamento ocorreu após um pedido da defesa do réu, que alegou a impossibilidade de comparecimento de uma das testemunhas de defesa.
Segundo informações obtidas pela reportagem, nenhuma das testemunhas arroladas pela defesa compareceu ao fórum. A justificativa apresentada foi que o marido de uma das testemunhas passará por uma cirurgia nesta quarta-feira (18). Apesar da possibilidade de participação por videoconferência, a defesa solicitou o adiamento da sessão.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a assistência de acusação não se opuseram ao pedido, que foi acolhido pelo juízo responsável pelo caso.
Elton Hilton Herculano de Lima é acusado de matar a então namorada, a capitã médica do Exército Rosângela da Silva Santos do Nascimento, em março de 2023, no Cachambi, Zona Norte. De acordo com as investigações da 23ª DP (Méier), a vítima morreu por asfixia e intoxicação exógena dentro do apartamento onde morava. Rosângela trabalhava no Hospital Central do Exército (HCE), em Benfica, na Zona Norte. Ela era capitã médica e fazia pós-graduação para oficiais médicos em Anestesiologia.
A denúncia aponta que o acusado teria tentado simular um suicídio para encobrir o crime. O laudo de necropsia identificou sinais de constrição no pescoço e substâncias que provocaram depressão respiratória no organismo da médica.
Ainda conforme o inquérito, Elton também teria adotado medidas para tentar obter vantagens patrimoniais após a morte da vítima, incluindo o registro unilateral de união estável pós-morte e o pedido de pensão junto ao Exército.
Preso desde setembro de 2024, ele responde pelo crime de feminicídio. A família de Rosângela acompanha o caso e cobra a condenação do acusado.
Após o adiamento da sessão, Roberta Ferreira, cunhada da vítima, lamentou a decisão e afirmou que a família se sente novamente impactada pela demora na conclusão do caso.
PublicidadeA nova data foi marcada para o dia 24 de setembro de 2026, às 10h. O adiamento ocorreu após um pedido da defesa do réu, que alegou a impossibilidade de comparecimento de uma das testemunhas de defesa.
Segundo informações obtidas pela reportagem, nenhuma das testemunhas arroladas pela defesa compareceu ao fórum. A justificativa apresentada foi que o marido de uma das testemunhas passará por uma cirurgia nesta quarta-feira (18). Apesar da possibilidade de participação por videoconferência, a defesa solicitou o adiamento da sessão.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a assistência de acusação não se opuseram ao pedido, que foi acolhido pelo juízo responsável pelo caso.
Elton Hilton Herculano de Lima é acusado de matar a então namorada, a capitã médica do Exército Rosângela da Silva Santos do Nascimento, em março de 2023, no Cachambi, Zona Norte. De acordo com as investigações da 23ª DP (Méier), a vítima morreu por asfixia e intoxicação exógena dentro do apartamento onde morava. Rosângela trabalhava no Hospital Central do Exército (HCE), em Benfica, na Zona Norte. Ela era capitã médica e fazia pós-graduação para oficiais médicos em Anestesiologia.
A denúncia aponta que o acusado teria tentado simular um suicídio para encobrir o crime. O laudo de necropsia identificou sinais de constrição no pescoço e substâncias que provocaram depressão respiratória no organismo da médica.
Ainda conforme o inquérito, Elton também teria adotado medidas para tentar obter vantagens patrimoniais após a morte da vítima, incluindo o registro unilateral de união estável pós-morte e o pedido de pensão junto ao Exército.
Preso desde setembro de 2024, ele responde pelo crime de feminicídio. A família de Rosângela acompanha o caso e cobra a condenação do acusado.
Após o adiamento da sessão, Roberta Ferreira, cunhada da vítima, lamentou a decisão e afirmou que a família se sente novamente impactada pela demora na conclusão do caso.
"O adiamento do julgamento é como reviver a dor que nunca foi embora. Quando estratégias processuais são usadas apenas para atrasar a Justiça, quem mais sofre são as vítimas e suas famílias. A sensação é de impotência, de esperar por uma resposta que parece sempre distante. Como família, carregamos a esperança de que a justiça seja feita, mas também o peso da frustração e do cansaço. O tempo passa, mas a ausência permanece, e essa espera faz parecer que o nosso sofrimento também foi colocado em espera", declarou para a reportagem de O DIA.
A reportagem tenta localizar a defesa de Elton. O espaço está aberto para manifestação.
A reportagem tenta localizar a defesa de Elton. O espaço está aberto para manifestação.
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