Publicado 28/06/2026 07:00
A Polícia Civil do Rio criou um núcleo especializado para apoiar investigações que envolvam criptomoedas e outros ativos digitais usados em esquemas criminosos. Batizada de Núcleo de Apoio às Investigações com Ativos Virtuais (NUCRIPTO), a estrutura vai atuar no rastreamento de movimentações financeiras suspeitas e auxiliar delegacias em apurações sobre lavagem de dinheiro e crimes financeiros.
PublicidadeO grupo ficará vinculado ao Departamento-Geral de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD) e terá função de fornecer suporte técnico às equipes responsáveis pelas investigações.
A criação do núcleo ocorre em meio ao aumento de casos que envolvem o uso de moedas digitais para ocultação de patrimônio, circulação de recursos ilícitos e para dificultar o rastreamento do dinheiro. Segundo investigadores, o avanço desse tipo de operação exige conhecimento técnico específico e atualização constante diante da velocidade das mudanças no ambiente digital.
Nas últimas semanas, operações das forças de segurança localizaram estruturas clandestinas de mineração de criptomoedas em áreas como o Complexo do Lins, o Complexo da Maré e municípios da Baixada Fluminense. Nos locais, foram encontrados equipamentos de alto desempenho ligados, em alguns casos, a redes irregulares de energia.
As investigações apontam que grupos criminosos vêm ampliando o uso de recursos tecnológicos para diversificar formas de obtenção, armazenamento e circulação de dinheiro.
Além de atuar nos casos conduzidos pelo DGCOR-LD, o novo núcleo também poderá ser acionado por outras unidades da Polícia Civil em investigações que envolvam ativos virtuais e rastreamento financeiro.
Nas últimas semanas, operações das forças de segurança localizaram estruturas clandestinas de mineração de criptomoedas em áreas como o Complexo do Lins, o Complexo da Maré e municípios da Baixada Fluminense. Nos locais, foram encontrados equipamentos de alto desempenho ligados, em alguns casos, a redes irregulares de energia.
As investigações apontam que grupos criminosos vêm ampliando o uso de recursos tecnológicos para diversificar formas de obtenção, armazenamento e circulação de dinheiro.
Além de atuar nos casos conduzidos pelo DGCOR-LD, o novo núcleo também poderá ser acionado por outras unidades da Polícia Civil em investigações que envolvam ativos virtuais e rastreamento financeiro.
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