Publicado 11/07/2026 10:57 | Atualizado 11/07/2026 11:05
Rio - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou, nesta sexta-feira (10), a soltura do ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado pelo União Brasil, Márcio Canella. Ele havia sido preso em flagrante, na última terça-feira (7), por posse ilegal de arma de calibre restrito durante a 6ª fase da Operação Unha e Carne, realizada pela Polícia Federal.
PublicidadeNa ocasião, agentes encontraram um fuzil .556 no carro de Canella, que estava em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio. Outras armas, munições e relógios de luxo foram apreendidos na residência.
De acordo com a decisão do STF, o ex-prefeito terá que cumprir medidas cautelares como uso de tornozeleira eletrônica, entrega do passaporte, além de ter o porte de arma suspenso. Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Penal do Rio (Seppen) informou que foi notificada oficialmente há pouco sobre a liberação.
"Agora, tem os trâmites internos de praxe para a liberação dele. No caso específico, incluindo a instalação da tornozeleira", explicou em comunicado.
Canella é apontado como braço político de um grupo suspeito de usar uma rede de postos de combustíveis, na Região Metropolitana, para lavar dinheiro. De acordo com as investigações, há participação de agentes públicos no esquema, que já movimentou R$ 7,6 bilhões.
Inicialmente, durante a operação, o político havia sido levado para a Superintendência da PF, na Zona Portuária, para prestar depoimento. No entanto, com a localização do armamento, ele acabou sendo detido em flagrante.
No fim do dia, o pré-candidato ao Senado foi transferido para o Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte. Em seguida, seguiu até a Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, conhecida como Bangu 8.
Segundo investigações, a movimentação de mais de R$ 7,6 bilhões aconteceu nos últimos seis anos, conforme Relatório de Inteligência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), enviado à PF. Além de organização criminosa, os investigados poderão responder por contratação direta ilegal e lavagem de dinheiro, além de outros delitos que poderão surgir no decorrer das investigações.
Inicialmente, durante a operação, o político havia sido levado para a Superintendência da PF, na Zona Portuária, para prestar depoimento. No entanto, com a localização do armamento, ele acabou sendo detido em flagrante.
No fim do dia, o pré-candidato ao Senado foi transferido para o Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte. Em seguida, seguiu até a Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, conhecida como Bangu 8.
Segundo investigações, a movimentação de mais de R$ 7,6 bilhões aconteceu nos últimos seis anos, conforme Relatório de Inteligência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), enviado à PF. Além de organização criminosa, os investigados poderão responder por contratação direta ilegal e lavagem de dinheiro, além de outros delitos que poderão surgir no decorrer das investigações.
A reportagem tenta contato com o assessor do político pelo telefone para um possível posicionamento. O espaço está aberto para eventuais manifestações.
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