Ônibus foram usados para fechar a Rua CordovilReprodução/Rede Social
Publicado 11/07/2026 11:54 | Atualizado 11/07/2026 14:33
Rio - Uma guerra entre criminosos nas comunidades da Tinta e do Dourado, em Cordovil, na Zona Norte, deixou cinco pessoas mortas na madrugada deste sábado (11). Pela manhã, ônibus foram usados como barricadas para fechar a Rua Cordovil e o policiamento precisou ser reforçado no local.
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Testemunhas afirmam que o confronto começou após traficantes do Comando Vermelho (CV) tentarem invadir a área, dominada pelo Terceiro Comando Puro (TCP) e chefiada por Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. Moradores alegam que entre as vítimas está uma mulher autista, que teve o corpo jogado em um valão. 
Nas redes sociais, relatos apontam que, durante a manhã, um grupo de motociclistas abordaram um ônibus e levaram as chaves, obrigando os passageiros a descerem.

Em nota, a Polícia Militar explicou que equipes do 16º BPM (Olaria) estiveram na localidade para verificar informações sobre confrontos entre criminosos de facções rivais. Mais cedo, em razão da situação, a via chegou a ser interditada.

O policiamento foi reforçado com equipes do Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidões (Recom) e permanece intensificado na região. A ocorrência segue em andamento.
Procurada, a Polícia Civil confirmou que investiga as mortes de cinco pessoas, ainda não identificadas. Diligências estão em andamento para apurar os fatos.
Seis mortos em Magalhães Bastos
Na sexta-feira (10), seis corpos foram levados por moradores à UPA de Magalhães Bastos, na Zona Oeste. As circunstâncias das mortes ainda não estão confirmadas.
De acordo com a Polícia Civil, cinco já foram identificados. São eles: Lukas Taylan de Mendonça Monteiro, Jonathan Andrade Ferreira, Vinicius Neves Dantas, Felipe Barbosa da Silva e Alanderson de Almeida Guimarães. Todos foram levados para o Instituto Médico-Legal (IML), onde passarão por exames de necropsia.
Outras diligências também estão em andamento para esclarecer os fatos. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).
A PM alega que a operação realizada nas comunidades do Jardim Novo, Teixeiras e Santa Maria foi encerrada no final da tarde de quinta-feira (9), permanecendo o cerco policial na região. Disse ainda que, de acordo com o comando do 14º BPM, a unidade não foi acionada sobre a localização de corpos ou feridos na área do Jardim Novo. Posteriormente, tomou conhecimento de que seis corpos teriam sido encontrados por moradores e levados para uma unidade de saúde próxima
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