Publicado 23/07/2026 09:50
Rio - A Polícia Federal realiza, nesta quinta-feira (23), a Operação Backdoor com o objetivo de apurar um esquema de desvio de bens pertencentes ao patrimônio da Receita Federal. A ação conta com o apoio da corregedoria do órgão.
Publicidade Entre os materiais furtados estão cerca de 300 computadores e cinco aparelhos de refrigeração pertencentes ao patrimônio da instituição, avaliados em aproximadamente R$ 350 mil.
Durante as diligências, os agentes cumprem quatro mandados de busca e apreensão em Brás de Pina, na Zona Norte, em Senador Camará e Guaratiba, na Zona Oeste, e no bairro Encruzo da Enseada, localizado em Angra dos Reis, na Costa Verde.
As investigações tiveram início a partir de mecanismos internos de controle da Receita Federal. Durante procedimentos de acompanhamento e conferência de inventário, o órgão identificou indícios de retirada irregular de mercadorias, sem a devida autorização administrativa.
A ação também busca esclarecer o desaparecimento de veículos do pátio do órgão e a eventual destinação desses bens a terceiros mediante uso de termos de doação fraudados.
Segundo as apurações, os bens teriam sido roubados por meio de um esquema que contaria com o envolvimento de um servidor público cedido à Receita Federal e de integrantes de uma Organização Social (OSCIP). Em razão dos fatos, o empregado foi afastado das atividades desempenhadas junto ao órgão.
Os investigados poderão responder pelos crimes de peculato e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que possam ser revelados no curso das apurações.
Segundo as apurações, os bens teriam sido roubados por meio de um esquema que contaria com o envolvimento de um servidor público cedido à Receita Federal e de integrantes de uma Organização Social (OSCIP). Em razão dos fatos, o empregado foi afastado das atividades desempenhadas junto ao órgão.
Os investigados poderão responder pelos crimes de peculato e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que possam ser revelados no curso das apurações.
De acordo com a Receita Federal, as investigações prosseguem com o objetivo de identificar todos os envolvidos, apurar a extensão dos fatos e promover a responsabilização criminal, civil e administrativa dos responsáveis, além da recuperação dos prejuízos causados.
Segundo a PF, o nome da operação faz referência à expressão em inglês “Backdoor” (“porta dos fundos”), em alusão ao modo como a maior parte dos bens eram retirados por uma saída localizada aos fundos do edifício da instituição.
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