Publicado 26/07/2026 22:52
Rio - Um mutirão promovido pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais, em parceria com a Comissão de Defesa dos Animais da Câmara Municipal do Rio, castrou 600 gatos no último sábado (25). A ação teve como objetivo reduzir o abandono de animais e evitar ninhadas indesejadas.
Publicidade Segundo a secretária municipal de Proteção e Defesa dos Animais, Jeniffer Coelho Ramos, a castração é uma das principais ferramentas para controlar a população de animais em situação de rua. "A castração é fundamental para evitar as ninhadas indesejadas, que resultam em abandono", afirmou.
De acordo com o vereador Luiz Ramos Filho, presidente da Comissão de Defesa dos Animais da Câmara Municipal, o abandono de cães e gatos aumentou após a pandemia de covid-19. "Na pandemia, muita gente adotou animais. E logo depois, com a perda de renda, muitas pessoas passaram a descartar animais nas ruas. Só nas minhas redes sociais venho recebendo mais de cem chamados para resgatar animais abandonados diariamente", disse.
A secretária também destacou que os abrigos municipais operam acima da capacidade. Atualmente, mais de 1.500 animais estão acolhidos pela prefeitura. "Chegamos a uma situação de ter que apelar para lares temporários, porque os abrigos estão cheios", explicou Jeniffer.
O mutirão contou com a participação de 20 médicos-veterinários voluntários da rede municipal. As cirurgias foram realizadas em seis unidades localizadas nas zonas Norte e Sul da cidade.
De acordo com o vereador Luiz Ramos Filho, presidente da Comissão de Defesa dos Animais da Câmara Municipal, o abandono de cães e gatos aumentou após a pandemia de covid-19. "Na pandemia, muita gente adotou animais. E logo depois, com a perda de renda, muitas pessoas passaram a descartar animais nas ruas. Só nas minhas redes sociais venho recebendo mais de cem chamados para resgatar animais abandonados diariamente", disse.
A secretária também destacou que os abrigos municipais operam acima da capacidade. Atualmente, mais de 1.500 animais estão acolhidos pela prefeitura. "Chegamos a uma situação de ter que apelar para lares temporários, porque os abrigos estão cheios", explicou Jeniffer.
O mutirão contou com a participação de 20 médicos-veterinários voluntários da rede municipal. As cirurgias foram realizadas em seis unidades localizadas nas zonas Norte e Sul da cidade.
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