Publicado 05/08/2026 22:12 | Atualizado 05/08/2026 22:12
Rio - Policiais civis da 32ª DP (Taquara) prenderam, nesta quarta-feira (5), Leonardo Campello Ribeiro, 57 anos, condenado por violação sexual mediante fraude. Foragido, ele foi localizado em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste.
PublicidadeLeonardo integrava a direção do Centro Espírita Semeadores da Luz, na Ilha do Governador, Zona Norte. De acordo com a justiça, ele utilizava a posição de liderança para praticar abusos contra frequentadores da instituição. As apurações apontaram que ele atuava ao lado de Marcelo Antônio Marques Prazeres, ex-presidente do centro espírita, preso em março deste ano.
De acordo com a polícia, os líderes religiosos convenciam vítimas a participar de atos sexuais sob a alegação de que as práticas proporcionariam benefícios espirituais. O grupo também utilizava argumentos ligados à doutrina da instituição para influenciar o comportamento dos frequentadores.
As investigações revelaram ainda que os abusos ocorreram ao longo de aproximadamente uma década com homens e mulheres. Além disso, os condenados se aproveitaram da relação de confiança e da influência exercida sobre os frequentadores para cometer os crimes.
Além das acusações de cunho sexual, a Polícia Civil informou que os investigados também exploravam financeiramente membros da instituição religiosa. Parte das doações recebidas pelos dirigentes, segundo a investigação, teria sido utilizada para despesas pessoais.
Outro ponto destacado pelas autoridades envolve a atuação de Leonardo como psicólogo sem possuir formação ou habilitação profissional para exercer a atividade. Após a prisão, ele foi encaminhado ao sistema penitenciário, onde permanecerá à disposição da Justiça para cumprimento da pena.
De acordo com a polícia, os líderes religiosos convenciam vítimas a participar de atos sexuais sob a alegação de que as práticas proporcionariam benefícios espirituais. O grupo também utilizava argumentos ligados à doutrina da instituição para influenciar o comportamento dos frequentadores.
As investigações revelaram ainda que os abusos ocorreram ao longo de aproximadamente uma década com homens e mulheres. Além disso, os condenados se aproveitaram da relação de confiança e da influência exercida sobre os frequentadores para cometer os crimes.
Além das acusações de cunho sexual, a Polícia Civil informou que os investigados também exploravam financeiramente membros da instituição religiosa. Parte das doações recebidas pelos dirigentes, segundo a investigação, teria sido utilizada para despesas pessoais.
Outro ponto destacado pelas autoridades envolve a atuação de Leonardo como psicólogo sem possuir formação ou habilitação profissional para exercer a atividade. Após a prisão, ele foi encaminhado ao sistema penitenciário, onde permanecerá à disposição da Justiça para cumprimento da pena.
A reportagem de O DIA tenta contato com a defesa de Leonardo Campello Ribeiro. O espaço segue aberto para manifestações.
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