Publicado 06/08/2026 18:00
Rio - Alan Soares Teixeira e Eduardo José da Silva foram detidos pela Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (6), por suspeita de comércio ilegal de animais silvestres e maus-tratos. Eles estavam em uma feira em Bangu, na Zona Oeste, vendendo maritacas.
PublicidadeA ação ocorreu por meio de policiais civis em apoio à Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio. Durante a fiscalização na Rua Urucum, os agentes constataram indícios da prática de comércio ilegal de diversos animais silvestres, dentre eles tartarugas, iguana e várias espécies de pássaros.
No local, as equipes identificaram Alan e Eduardo, que comercializavam a espécie popularmente conhecida como periquitão-maracanã, a maritaca. De acordo com os policiais, quatro aves eram mantidas em uma gaiola incompatível com seu porte, sem água e sem alimento.
Os investigados anunciavam cada animal pelo valor de R$ 150,00. Durante a fiscalização, a dupla também ofereceu aos agentes um papagaio-baiano, ainda filhote, informando que o animal chegaria na semana seguinte e seria comercializado por cerca de R$ 1 mil.
No momento da chegada do veículo da comissão da Alerj, ao ser abordado pela polícia, Alan desobedeceu à ordem de parada e tentou fugir. Ele chegou a abandonar bolsas e um par de chinelos durante o percurso, na Rua Rio da Prata.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, durante a fuga, ele demonstrou comportamento agressivo e chegou a gritar repetidamente: "Eu não quero ser preso". A perseguição finalizou na Rua Guapeú, onde pedestres auxiliaram na contenção do homem.
Na sequência, os agentes solicitaram apoio da viatura caracterizada da 34ª DP (Bangu). Já Eduardo não ofereceu qualquer resistência à abordagem, sendo conduzido até a unidade policial para apreciação da Autoridade Policial.
Durante a consulta nos sistemas policiais, os agentes verificaram que Alan possuía registro anterior relacionado a Sanções Penais e Administrativas ao Meio Ambiente, previstas na Lei nº 9.605/1998.
Por fim, os animais apreendidos permaneceram sob responsabilidade da equipe da Comissão de Meio Ambiente da Alerj, enquanto os dois foram apresentados na delegacia a para apreciação da Autoridade Policial e adoção das medidas de polícia judiciária pertinentes.
No momento da chegada do veículo da comissão da Alerj, ao ser abordado pela polícia, Alan desobedeceu à ordem de parada e tentou fugir. Ele chegou a abandonar bolsas e um par de chinelos durante o percurso, na Rua Rio da Prata.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, durante a fuga, ele demonstrou comportamento agressivo e chegou a gritar repetidamente: "Eu não quero ser preso". A perseguição finalizou na Rua Guapeú, onde pedestres auxiliaram na contenção do homem.
Na sequência, os agentes solicitaram apoio da viatura caracterizada da 34ª DP (Bangu). Já Eduardo não ofereceu qualquer resistência à abordagem, sendo conduzido até a unidade policial para apreciação da Autoridade Policial.
Durante a consulta nos sistemas policiais, os agentes verificaram que Alan possuía registro anterior relacionado a Sanções Penais e Administrativas ao Meio Ambiente, previstas na Lei nº 9.605/1998.
Por fim, os animais apreendidos permaneceram sob responsabilidade da equipe da Comissão de Meio Ambiente da Alerj, enquanto os dois foram apresentados na delegacia a para apreciação da Autoridade Policial e adoção das medidas de polícia judiciária pertinentes.
O DIA tenta localizar as defesas de Alan e Eduardo. O espaço segue aberto para eventuais manifestações.
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