Publicado 09/08/2026 22:04 | Atualizado 09/08/2026 22:24
Rio - Eduardo Paes (PSD) não participou do primeiro debate entre os pré-candidatos ao governo do Rio de Janeiro promovido pela Band. O encontro aconteceu na noite deste domingo (9), em Botafogo, na Zona Sul da capital.
Publicidade Segundo a organização, Paes havia confirmado presença, mas informou na noite de sábado (8) que não iria mais participar do confronto. A ausência foi comunicada pela jornalista Adriana Araújo na abertura do programa.
"Comunicou na noite de ontem que não viria ao debate. Nós lamentamos a decisão que desrespeita o direito do eleitor à informação e ao confronto democrático entre os candidatos", afirmou a jornalista.
O debate do Rio faz parte de uma rodada organizada pelo Grupo Bandeirantes com pré-candidatos aos governos de 13 estados e do Distrito Federal. Os encontros começaram às 20h deste domingo, com exceção do Amazonas, onde a programação teve início às 19h no horário local.
Alvo de ataques mesmo ausente
Mesmo fora do debate, Eduardo Paes, pré-candidato mais bem colocado nas pesquisas de intenção de voto para o governo do Rio, foi o principal alvo dos adversários durante o encontro. Três candidatos fizeram críticas diretas ao ex-prefeito.
André Marinho (Novo) chamou Paes de "homem geleia" ao criticá-lo por, segundo ele, não ter cumprido a promessa de permanecer à frente da Prefeitura do Rio durante todo o mandato.
Douglas Ruas (PL) acusou o ex-prefeito de ter uma "trajetória de violência contra as mulheres". "O candidato Eduardo Paes, que faltou ao debate, tem uma trajetória de violência contra as mulheres", afirmou.
Na sequência, Ruas disse que, caso seja eleito, pretende adotar medidas contra homens condenados por violência contra mulheres. "Quero dizer ao Eduardo Paes, que no meu governo, agressor de mulher vai para cadeia. E se a Justiça soltar, nós vamos colocar uma tornozeleira eletrônica e vamos monitorar esse agressor, para que ele não mais chegue perto dessas vítimas", declarou.
Ruas é apoiado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) e integra o grupo político do ex-governador Cláudio Castro (PL) e do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), que está preso sob acusação de envolvimento com o Comando Vermelho.
O ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) também direcionou críticas a Paes e o chamou de "aliado de milícia" durante o debate.
"Comunicou na noite de ontem que não viria ao debate. Nós lamentamos a decisão que desrespeita o direito do eleitor à informação e ao confronto democrático entre os candidatos", afirmou a jornalista.
O debate do Rio faz parte de uma rodada organizada pelo Grupo Bandeirantes com pré-candidatos aos governos de 13 estados e do Distrito Federal. Os encontros começaram às 20h deste domingo, com exceção do Amazonas, onde a programação teve início às 19h no horário local.
Alvo de ataques mesmo ausente
Mesmo fora do debate, Eduardo Paes, pré-candidato mais bem colocado nas pesquisas de intenção de voto para o governo do Rio, foi o principal alvo dos adversários durante o encontro. Três candidatos fizeram críticas diretas ao ex-prefeito.
André Marinho (Novo) chamou Paes de "homem geleia" ao criticá-lo por, segundo ele, não ter cumprido a promessa de permanecer à frente da Prefeitura do Rio durante todo o mandato.
Douglas Ruas (PL) acusou o ex-prefeito de ter uma "trajetória de violência contra as mulheres". "O candidato Eduardo Paes, que faltou ao debate, tem uma trajetória de violência contra as mulheres", afirmou.
Na sequência, Ruas disse que, caso seja eleito, pretende adotar medidas contra homens condenados por violência contra mulheres. "Quero dizer ao Eduardo Paes, que no meu governo, agressor de mulher vai para cadeia. E se a Justiça soltar, nós vamos colocar uma tornozeleira eletrônica e vamos monitorar esse agressor, para que ele não mais chegue perto dessas vítimas", declarou.
Ruas é apoiado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) e integra o grupo político do ex-governador Cláudio Castro (PL) e do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), que está preso sob acusação de envolvimento com o Comando Vermelho.
O ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) também direcionou críticas a Paes e o chamou de "aliado de milícia" durante o debate.
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