Publicado 14/08/2026 15:50 | Atualizado 14/08/2026 16:56
Rio - Após quase uma década, Francisco Ângelo Saboia foi condenado a 27 anos de prisão pelo assassinato da ex-esposa, Rosemary de Souza Pinto, diretora e proprietária de uma escola infantil no bairro Marambaia. O julgamento terminou na noite desta quarta-feira (13), após dois dias de sessão.
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De acordo com a acusação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), Francisco foi apontado como mandante da execução ocorrida em janeiro de 2017. Rosemary foi morta a tiros em frente ao colégio onde trabalhava. Segundo a investigação, o crime teve como motivação disputas patrimoniais e conflitos pessoais decorrentes do fim do casamento.
As apurações concluíram que o homem entregou uma pistola calibre 9 milímetros a dois homens contratados para executar a vítima.
Na sentença, o juiz destacou a gravidade do caso e classificou o episódio como uma "verdadeira tragédia familiar". O magistrado ressaltou que o assassinato provocou profundas consequências emocionais nos filhos do casal e em toda a comunidade escolar ligada à vítima.
Durante a dosimetria da pena, a Justiça levou em consideração elementos apontados nos depoimentos colhidos ao longo do julgamento. Segundo a decisão, testemunhas, incluindo os filhos do réu, relataram comportamentos violentos atribuídos ao condenado ao longo dos anos. O magistrado também considerou que a motivação do crime foi "absurdamente desprezível", já que estaria relacionada à dissolução da sociedade conjugal e à disputa por patrimônio.
O caso ganhou repercussão à época pela forma como ocorreu. Rosemary, então com 52 anos, chegava ao colégio quando foi abordada por criminosos armados. Testemunhas relataram que os homens perguntaram pela dona da escola. Ao responder que a proprietária não estava presente, ela ouviu dos suspeitos que era justamente a pessoa procurada antes de ser baleada.
Inicialmente, a Polícia Civil chegou a investigar a hipótese de envolvimento de traficantes da região, mas a linha de apuração relacionada ao conflito familiar ganhou força ao longo das investigações. Em abril de 2018, Francisco Ângelo Saboia foi preso durante a operação "Prova Concreta", realizada pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI).
Na ocasião, os investigadores apontaram que a arma utilizada na execução pertencia ao ex-marido da vítima. A polícia também identificou ameaças anteriores contra Rosemary e indícios de que terceiros teriam sido contratados para executar o crime.
Além da condenação, o juiz determinou a prisão imediata de Francisco Ângelo Saboia, negando o direito de recorrer em liberdade. Segundo dados do TJRJ, a defesa já fez um pedido de habeas corpus por questões de saúde. O pedido ainda será analisado.
De acordo com a acusação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), Francisco foi apontado como mandante da execução ocorrida em janeiro de 2017. Rosemary foi morta a tiros em frente ao colégio onde trabalhava. Segundo a investigação, o crime teve como motivação disputas patrimoniais e conflitos pessoais decorrentes do fim do casamento.
As apurações concluíram que o homem entregou uma pistola calibre 9 milímetros a dois homens contratados para executar a vítima.
Na sentença, o juiz destacou a gravidade do caso e classificou o episódio como uma "verdadeira tragédia familiar". O magistrado ressaltou que o assassinato provocou profundas consequências emocionais nos filhos do casal e em toda a comunidade escolar ligada à vítima.
Durante a dosimetria da pena, a Justiça levou em consideração elementos apontados nos depoimentos colhidos ao longo do julgamento. Segundo a decisão, testemunhas, incluindo os filhos do réu, relataram comportamentos violentos atribuídos ao condenado ao longo dos anos. O magistrado também considerou que a motivação do crime foi "absurdamente desprezível", já que estaria relacionada à dissolução da sociedade conjugal e à disputa por patrimônio.
O caso ganhou repercussão à época pela forma como ocorreu. Rosemary, então com 52 anos, chegava ao colégio quando foi abordada por criminosos armados. Testemunhas relataram que os homens perguntaram pela dona da escola. Ao responder que a proprietária não estava presente, ela ouviu dos suspeitos que era justamente a pessoa procurada antes de ser baleada.
Inicialmente, a Polícia Civil chegou a investigar a hipótese de envolvimento de traficantes da região, mas a linha de apuração relacionada ao conflito familiar ganhou força ao longo das investigações. Em abril de 2018, Francisco Ângelo Saboia foi preso durante a operação "Prova Concreta", realizada pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI).
Na ocasião, os investigadores apontaram que a arma utilizada na execução pertencia ao ex-marido da vítima. A polícia também identificou ameaças anteriores contra Rosemary e indícios de que terceiros teriam sido contratados para executar o crime.
Além da condenação, o juiz determinou a prisão imediata de Francisco Ângelo Saboia, negando o direito de recorrer em liberdade. Segundo dados do TJRJ, a defesa já fez um pedido de habeas corpus por questões de saúde. O pedido ainda será analisado.
A reportagem de O DIA tenta contato com a defesa de Francisco Ângelo Saboia. O espaço está aberto para posicionamentos.
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