Publicado 20/09/2026 16:57
O céu da Praia do Flamengo ganhou cores, formas e movimento neste domingo (20) com a realização do Festival de Pipas Gigantes e Artísticas, uma das atrações da Semana de Arte do Rio. Entre oficinas, apresentações e voos de pipas de diferentes tamanhos e estilos, o evento reuniu famílias, curiosos e apaixonados pela tradição de soltar pipas.
Publicidade Um dos responsáveis pela atividade, o organizador Pablo Mendonça explicou que o encontro reúne coletivos de diferentes cidades e busca valorizar a pipa como manifestação cultural e artística.
“Hoje estamos participando da Semana de Arte do Rio com o nosso festival de pipas gigantes. Temos grupos de São Paulo, de São Gonçalo e do Rio de Janeiro. Juntos, fazemos esse espetáculo com pipas gigantes, artísticas e de manobra. A ideia é mostrar o lado cultural da pipa e compartilhar esse conhecimento com as pessoas de forma segura e divertida”, afirmou.
Segundo ele, a pipa atravessa gerações e mantém viva uma tradição que acompanha a história da humanidade.
“A pipa é uma tecnologia milenar que continua viva até hoje. Ela faz parte da evolução humana e segue despertando interesse em diferentes gerações. A pipa é a mãe do avião, é a mãe das tecnologias aerodinâmicas. A pipa é mais do que milenar, a pipa não se perdeu no tempo e continua viva até hoje, sendo viva no sentido de ser uma tecnologia milenar e ainda assim útil e viva na mão das pessoas. Diferente de muitas tecnologias que se perderam no museu, perderam utilidade e não tem mais função. A pipa não, a pipa tem função, A pipa já serviu de diversas formas de instrumentalização, está ligada à evolução da humanidade. A pipa e o ser humano, de alguma maneira, evoluíram. A gente pode dizer que criamos as ferramentas e as ferramentas nos recriam. A pipa é um exemplo disso.”, destacou.
Entre os visitantes estava o arquiteto Marcos Henrique Freire de Brito Fernandes, de 52 anos, que saiu da Barra da Tijuca com o filho sem saber exatamente o que encontraria no evento e acabou se surpreendendo.
“Chegamos sem muita expectativa e fomos surpreendidos positivamente. O ambiente é muito agradável, cheio de famílias. O pessoal do evento foi muito receptivo, deixou a gente participar, manipular as pipas e ainda teve oficina para as crianças. Valeu muito a pena. Teve oficina de pipa também, na qual a gente participou, com o Téo, que é o meu filho, e a gente gostou muito, achamos que valeu muito a pena ir e presenciar e participar ”, contou.
Nascido e criado na Taquara, em Jacarepaguá, Marcos lembrou que a pipa fez parte da infância dele e de outros membros da família.
“Meu pai soltava pipa, meu irmão solta pipa, eu também sempre soltei e meu sobrinho herdou esse gosto. Com o passar do tempo, a internet e outras formas de entretenimento acabaram afastando um pouco as crianças dessas brincadeiras de rua. Por isso é tão importante ver eventos como esse, que ajudam a manter essa tradição viva e aproximam pais e filhos”, disse.
Ao longo da programação, o público também participou de oficinas de confecção de pipas artísticas, assistiu a apresentações de bolhas gigantes e acompanhou atrações musicais. Com o mar ao fundo e o vento favorável, as pipas gigantes transformaram a paisagem da orla em um verdadeiro espetáculo ao ar livre, atraindo olhares de quem passava pelo local.
O festival retorna no próximo dia 27, novamente na Praia do Flamengo, dentro da programação da Edição Primavera da Semana de Arte do Rio.
“Hoje estamos participando da Semana de Arte do Rio com o nosso festival de pipas gigantes. Temos grupos de São Paulo, de São Gonçalo e do Rio de Janeiro. Juntos, fazemos esse espetáculo com pipas gigantes, artísticas e de manobra. A ideia é mostrar o lado cultural da pipa e compartilhar esse conhecimento com as pessoas de forma segura e divertida”, afirmou.
Segundo ele, a pipa atravessa gerações e mantém viva uma tradição que acompanha a história da humanidade.
“A pipa é uma tecnologia milenar que continua viva até hoje. Ela faz parte da evolução humana e segue despertando interesse em diferentes gerações. A pipa é a mãe do avião, é a mãe das tecnologias aerodinâmicas. A pipa é mais do que milenar, a pipa não se perdeu no tempo e continua viva até hoje, sendo viva no sentido de ser uma tecnologia milenar e ainda assim útil e viva na mão das pessoas. Diferente de muitas tecnologias que se perderam no museu, perderam utilidade e não tem mais função. A pipa não, a pipa tem função, A pipa já serviu de diversas formas de instrumentalização, está ligada à evolução da humanidade. A pipa e o ser humano, de alguma maneira, evoluíram. A gente pode dizer que criamos as ferramentas e as ferramentas nos recriam. A pipa é um exemplo disso.”, destacou.
Entre os visitantes estava o arquiteto Marcos Henrique Freire de Brito Fernandes, de 52 anos, que saiu da Barra da Tijuca com o filho sem saber exatamente o que encontraria no evento e acabou se surpreendendo.
“Chegamos sem muita expectativa e fomos surpreendidos positivamente. O ambiente é muito agradável, cheio de famílias. O pessoal do evento foi muito receptivo, deixou a gente participar, manipular as pipas e ainda teve oficina para as crianças. Valeu muito a pena. Teve oficina de pipa também, na qual a gente participou, com o Téo, que é o meu filho, e a gente gostou muito, achamos que valeu muito a pena ir e presenciar e participar ”, contou.
Nascido e criado na Taquara, em Jacarepaguá, Marcos lembrou que a pipa fez parte da infância dele e de outros membros da família.
“Meu pai soltava pipa, meu irmão solta pipa, eu também sempre soltei e meu sobrinho herdou esse gosto. Com o passar do tempo, a internet e outras formas de entretenimento acabaram afastando um pouco as crianças dessas brincadeiras de rua. Por isso é tão importante ver eventos como esse, que ajudam a manter essa tradição viva e aproximam pais e filhos”, disse.
Ao longo da programação, o público também participou de oficinas de confecção de pipas artísticas, assistiu a apresentações de bolhas gigantes e acompanhou atrações musicais. Com o mar ao fundo e o vento favorável, as pipas gigantes transformaram a paisagem da orla em um verdadeiro espetáculo ao ar livre, atraindo olhares de quem passava pelo local.
O festival retorna no próximo dia 27, novamente na Praia do Flamengo, dentro da programação da Edição Primavera da Semana de Arte do Rio.
Colaborou Carlos Elias Júnior
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