Publicado 29/09/2026 23:34 | Atualizado 30/09/2026 02:18
O último debate entre os principais candidatos ao governo do Estado do Rio de Janeiro antes do primeiro turno foi marcado por ataques diretos, cobranças sobre promessas não cumpridas, discussões sobre segurança pública e corrupção, além da apresentação de propostas para transporte, educação, saneamento e geração de empregos.
Promovido pela TV Globo na noite desta terça-feira (29), o encontro reuniu Eduardo Paes (PSD), Anthony Garotinho (Republicanos), William Siri (PSOL), Douglas Ruas (PL) e André Marinho (Novo), em um dos momentos de maior visibilidade da campanha eleitoral.
O debate também ocorreu em meio a decisões judiciais envolvendo dois dos participantes. André Marinho teve a presença assegurada por liminar concedida pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, que reconheceu o direito do Novo de participar dos debates ao considerar a composição atual da bancada da legenda na Câmara dos Deputados.
Já Anthony Garotinho participou do encontro horas depois de o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) manter o indeferimento de seu registro de candidatura. A defesa do ex-governador informou que recorrerá ao TSE e sustenta que a candidatura permanece sub judice enquanto houver recursos pendentes de julgamento.
O primeiro embate da noite colocou frente a frente Douglas Ruas e Eduardo Paes. Ao abordar o transporte público, o candidato do PL citou os longos deslocamentos enfrentados pela população de São Gonçalo e cobrou promessas feitas pelo adversário.
"Você prometeu a Linha 3 e prometeu o VLT para Botafogo. Depois diz que não é prioridade", afirmou Ruas.
Paes respondeu destacando investimentos realizados na capital durante seus mandatos como prefeito.
"Se tem uma área em que fizemos investimentos foi no transporte público. A prioridade era recuperar o BRT, fazer o Terminal Gentileza e o Terminal Margaridas", disse.
Na sequência, Ruas acusou o adversário de apresentar promessas durante campanhas e abandoná-las após as eleições. Paes rebateu associando o candidato do PL ao governo Cláudio Castro.
"Você era secretário do Castro. Nem um corredor de ônibus vocês entregaram", afirmou.
Outro momento de destaque ocorreu quando Eduardo Paes questionou William Siri sobre geração de empregos e ensino profissionalizante. O candidato do PSOL defendeu a reindustrialização do estado, a implantação de novos complexos produtivos e investimentos em educação.
"Vamos reindustrializar o estado. Quero criar complexos produtivos em Santa Cruz e um campus da Uerj na região", declarou Siri.
Paes respondeu propondo a ampliação da formação técnica e a atração de investimentos privados.
"Vamos triplicar o ensino profissionalizante. O estado precisa criar um ambiente de negócios favorável para gerar empregos", afirmou.
PublicidadePromovido pela TV Globo na noite desta terça-feira (29), o encontro reuniu Eduardo Paes (PSD), Anthony Garotinho (Republicanos), William Siri (PSOL), Douglas Ruas (PL) e André Marinho (Novo), em um dos momentos de maior visibilidade da campanha eleitoral.
O debate também ocorreu em meio a decisões judiciais envolvendo dois dos participantes. André Marinho teve a presença assegurada por liminar concedida pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, que reconheceu o direito do Novo de participar dos debates ao considerar a composição atual da bancada da legenda na Câmara dos Deputados.
Já Anthony Garotinho participou do encontro horas depois de o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) manter o indeferimento de seu registro de candidatura. A defesa do ex-governador informou que recorrerá ao TSE e sustenta que a candidatura permanece sub judice enquanto houver recursos pendentes de julgamento.
O primeiro embate da noite colocou frente a frente Douglas Ruas e Eduardo Paes. Ao abordar o transporte público, o candidato do PL citou os longos deslocamentos enfrentados pela população de São Gonçalo e cobrou promessas feitas pelo adversário.
"Você prometeu a Linha 3 e prometeu o VLT para Botafogo. Depois diz que não é prioridade", afirmou Ruas.
Paes respondeu destacando investimentos realizados na capital durante seus mandatos como prefeito.
"Se tem uma área em que fizemos investimentos foi no transporte público. A prioridade era recuperar o BRT, fazer o Terminal Gentileza e o Terminal Margaridas", disse.
Na sequência, Ruas acusou o adversário de apresentar promessas durante campanhas e abandoná-las após as eleições. Paes rebateu associando o candidato do PL ao governo Cláudio Castro.
"Você era secretário do Castro. Nem um corredor de ônibus vocês entregaram", afirmou.
Outro momento de destaque ocorreu quando Eduardo Paes questionou William Siri sobre geração de empregos e ensino profissionalizante. O candidato do PSOL defendeu a reindustrialização do estado, a implantação de novos complexos produtivos e investimentos em educação.
"Vamos reindustrializar o estado. Quero criar complexos produtivos em Santa Cruz e um campus da Uerj na região", declarou Siri.
Paes respondeu propondo a ampliação da formação técnica e a atração de investimentos privados.
"Vamos triplicar o ensino profissionalizante. O estado precisa criar um ambiente de negócios favorável para gerar empregos", afirmou.
Saneamento
O tema saneamento colocou frente a frente William Siri e Anthony Garotinho. Ambos defenderam a reestatização da Cedae, mas o ex-governador aproveitou a oportunidade para comentar sua situação eleitoral.
"Quero dizer que sou candidato a governador. Meu número estará lá e você poderá votar. Mais uma vez o tribunal descumpriu o que prevê a legislação eleitoral", afirmou.
Garotinho também prometeu rever os contratos firmados após a concessão dos serviços de água e esgoto.
"Vou anular juridicamente esse contrato. Tenho provas de que houve fraude nesse processo", disse.
Um dos confrontos mais agressivos do primeiro bloco ocorreu entre Garotinho e André Marinho. Ao discutir a dívida estadual, o candidato do Republicanos atribuiu o problema a gastos excessivos e corrupção.
Marinho respondeu atacando o histórico político do adversário.
"Você não tem moral. Tem rabo preso do tamanho da Ponte Rio-Niterói", afirmou.
Garotinho rebateu lembrando a renegociação da dívida fluminense durante sua passagem pelo governo estadual.
"Quem negociou a dívida do estado fui eu junto ao governo Fernando Henrique Cardoso", respondeu.
No encerramento do primeiro bloco, André Marinho questionou Douglas Ruas sobre educação e citou os baixos índices do Rio de Janeiro no Ideb.
"Como você pretende tirar o Rio desse atoleiro?", perguntou.
Ruas defendeu a ampliação das escolas cívico-militares e a valorização dos profissionais da educação.
"Temos boas práticas nesse modelo e resultados positivos. Os professores continuam sendo os responsáveis pelo conteúdo", afirmou.
O tema saneamento colocou frente a frente William Siri e Anthony Garotinho. Ambos defenderam a reestatização da Cedae, mas o ex-governador aproveitou a oportunidade para comentar sua situação eleitoral.
"Quero dizer que sou candidato a governador. Meu número estará lá e você poderá votar. Mais uma vez o tribunal descumpriu o que prevê a legislação eleitoral", afirmou.
Garotinho também prometeu rever os contratos firmados após a concessão dos serviços de água e esgoto.
"Vou anular juridicamente esse contrato. Tenho provas de que houve fraude nesse processo", disse.
Um dos confrontos mais agressivos do primeiro bloco ocorreu entre Garotinho e André Marinho. Ao discutir a dívida estadual, o candidato do Republicanos atribuiu o problema a gastos excessivos e corrupção.
Marinho respondeu atacando o histórico político do adversário.
"Você não tem moral. Tem rabo preso do tamanho da Ponte Rio-Niterói", afirmou.
Garotinho rebateu lembrando a renegociação da dívida fluminense durante sua passagem pelo governo estadual.
"Quem negociou a dívida do estado fui eu junto ao governo Fernando Henrique Cardoso", respondeu.
No encerramento do primeiro bloco, André Marinho questionou Douglas Ruas sobre educação e citou os baixos índices do Rio de Janeiro no Ideb.
"Como você pretende tirar o Rio desse atoleiro?", perguntou.
Ruas defendeu a ampliação das escolas cívico-militares e a valorização dos profissionais da educação.
"Temos boas práticas nesse modelo e resultados positivos. Os professores continuam sendo os responsáveis pelo conteúdo", afirmou.
Segundo bloco
O segundo bloco foi marcado por confrontos ainda mais duros. William Siri questionou Douglas Ruas sobre a escala de trabalho 6x1 e criticou o bolsonarismo.
"O PL odeia trabalhador. Isso é o bolsonarismo", afirmou o candidato do PSOL.
Ruas respondeu que a discussão precisa considerar tanto os empregados quanto os empregadores.
"A escala 6 por 1 é uma discussão importante. O empresário não pode pagar essa conta sozinho, assim como os trabalhadores", disse.
O candidato do PL também aproveitou para criticar Eduardo Paes por evitar associações com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"Você assume o Lula, diferente do Eduardo Paes, que insiste em esconder o Lula", declarou.
Outro momento de tensão ocorreu quando Douglas Ruas questionou Eduardo Paes sobre políticas de combate à violência contra a mulher.
Paes destacou ações implementadas durante suas gestões na Prefeitura do Rio e apresentou propostas para o estado.
"Tenho orgulho de ter criado políticas para as mulheres. Vamos triplicar a Ronda Maria da Penha e criar oito delegacias da mulher funcionando 24 horas", afirmou.
Ruas respondeu dizendo que as propostas não estariam previstas no plano de governo do adversário e elevou o tom ao citar episódios de violência contra a mulher, envolvendo aliados políticos de Paes, como o candidato ao senado, Pedro Paulo.
O prefeito reagiu imediatamente.
"Isso é mentira. Pedro Paulo já provou sua inocência", respondeu.
O debate voltou a esquentar quando Eduardo Paes e André Marinho discutiram renovação política. O candidato do PSD afirmou que o discurso apresentado pelo adversário lembrava estratégias adotadas por governadores eleitos em pleitos anteriores.
Marinho rebateu com críticas ao histórico de alianças de Paes.
"Você não tem pudor de mudar de apoio político quando isso interessa. Você muda de posição conforme a conveniência", afirmou.
Segurança pública dominou a reta final do encontro. André Marinho questionou Garotinho sobre a retomada de territórios dominados pelo crime organizado.
O ex-governador apresentou uma proposta baseada em inteligência policial, ocupação territorial e programas sociais.
"Primeiro entra a inteligência da Polícia Civil. Depois vem a ocupação e a tropa social, com cerca de 20 programas voltados para a população", afirmou.
Marinho defendeu uma atuação mais firme do estado contra as facções criminosas.
"O governador precisa comandar pessoalmente essa guerra. Não podemos aceitar o domínio do crime sobre partes do território fluminense", disse.
Garotinho voltou a criticar a situação da segurança pública.
"O Rio virou um estado disputado pelo Comando Vermelho e pela milícia", declarou.
Na sequência, o ex-governador questionou William Siri sobre denúncias de corrupção envolvendo políticos fluminenses. O candidato do PSOL associou o avanço do crime organizado ao ambiente político estadual.
"O crime organizado dominou a Alerj e o Palácio Guanabara", afirmou.
Garotinho concordou com a crítica e voltou a relacionar a crise da segurança à corrupção.
"O gabinete do crime está no Palácio Guanabara e depois na Alerj. Foi a corrupção que permitiu que as polícias fossem corrompidas", declarou.
O segundo bloco foi marcado por confrontos ainda mais duros. William Siri questionou Douglas Ruas sobre a escala de trabalho 6x1 e criticou o bolsonarismo.
"O PL odeia trabalhador. Isso é o bolsonarismo", afirmou o candidato do PSOL.
Ruas respondeu que a discussão precisa considerar tanto os empregados quanto os empregadores.
"A escala 6 por 1 é uma discussão importante. O empresário não pode pagar essa conta sozinho, assim como os trabalhadores", disse.
O candidato do PL também aproveitou para criticar Eduardo Paes por evitar associações com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"Você assume o Lula, diferente do Eduardo Paes, que insiste em esconder o Lula", declarou.
Outro momento de tensão ocorreu quando Douglas Ruas questionou Eduardo Paes sobre políticas de combate à violência contra a mulher.
Paes destacou ações implementadas durante suas gestões na Prefeitura do Rio e apresentou propostas para o estado.
"Tenho orgulho de ter criado políticas para as mulheres. Vamos triplicar a Ronda Maria da Penha e criar oito delegacias da mulher funcionando 24 horas", afirmou.
Ruas respondeu dizendo que as propostas não estariam previstas no plano de governo do adversário e elevou o tom ao citar episódios de violência contra a mulher, envolvendo aliados políticos de Paes, como o candidato ao senado, Pedro Paulo.
O prefeito reagiu imediatamente.
"Isso é mentira. Pedro Paulo já provou sua inocência", respondeu.
O debate voltou a esquentar quando Eduardo Paes e André Marinho discutiram renovação política. O candidato do PSD afirmou que o discurso apresentado pelo adversário lembrava estratégias adotadas por governadores eleitos em pleitos anteriores.
Marinho rebateu com críticas ao histórico de alianças de Paes.
"Você não tem pudor de mudar de apoio político quando isso interessa. Você muda de posição conforme a conveniência", afirmou.
Segurança pública dominou a reta final do encontro. André Marinho questionou Garotinho sobre a retomada de territórios dominados pelo crime organizado.
O ex-governador apresentou uma proposta baseada em inteligência policial, ocupação territorial e programas sociais.
"Primeiro entra a inteligência da Polícia Civil. Depois vem a ocupação e a tropa social, com cerca de 20 programas voltados para a população", afirmou.
Marinho defendeu uma atuação mais firme do estado contra as facções criminosas.
"O governador precisa comandar pessoalmente essa guerra. Não podemos aceitar o domínio do crime sobre partes do território fluminense", disse.
Garotinho voltou a criticar a situação da segurança pública.
"O Rio virou um estado disputado pelo Comando Vermelho e pela milícia", declarou.
Na sequência, o ex-governador questionou William Siri sobre denúncias de corrupção envolvendo políticos fluminenses. O candidato do PSOL associou o avanço do crime organizado ao ambiente político estadual.
"O crime organizado dominou a Alerj e o Palácio Guanabara", afirmou.
Garotinho concordou com a crítica e voltou a relacionar a crise da segurança à corrupção.
"O gabinete do crime está no Palácio Guanabara e depois na Alerj. Foi a corrupção que permitiu que as polícias fossem corrompidas", declarou.
Terceiro bloco
O terceiro bloco foi de perguntas sobre questões relacionadas as regiões do interior do estado e o quarto também foi de tema livre. Depois os candidatos fizeram suas considerações finais.
Os participantes utilizaram o sistema de banco de minutos, que permitiu administrar livremente o tempo destinado a perguntas, respostas, réplicas e tréplicas.
Na reta final, os candidatos voltaram a apresentar propostas para saúde, educação, mobilidade e desenvolvimento econômico. Apesar disso, o tom predominante foi o dos ataques mútuos e das críticas às administrações passadas, em um debate que reforçou as diferenças entre os projetos apresentados para o futuro do estado.
O terceiro bloco foi de perguntas sobre questões relacionadas as regiões do interior do estado e o quarto também foi de tema livre. Depois os candidatos fizeram suas considerações finais.
Os participantes utilizaram o sistema de banco de minutos, que permitiu administrar livremente o tempo destinado a perguntas, respostas, réplicas e tréplicas.
Na reta final, os candidatos voltaram a apresentar propostas para saúde, educação, mobilidade e desenvolvimento econômico. Apesar disso, o tom predominante foi o dos ataques mútuos e das críticas às administrações passadas, em um debate que reforçou as diferenças entre os projetos apresentados para o futuro do estado.
Encerramento
No encerramento do debate, os candidatos utilizaram as considerações finais para reforçar suas principais mensagens de campanha e fazer um último apelo ao eleitorado.
Eduardo Paes afirmou que o Rio de Janeiro atravessa um momento delicado e direcionou críticas ao grupo político ligado ao atual governo estadual e à candidatura de Douglas Ruas.
"O Rio vive o momento mais crítico da sua história. Essa candidatura do Ruas não tem nada. Enganaram o Rio de Janeiro. Essa gente fez mal ao estado. O Rio precisa de gente com experiência, gestão, firmeza e vontade para mudar essa realidade", declarou.
Eduardo Paes afirmou que o Rio de Janeiro atravessa um momento delicado e direcionou críticas ao grupo político ligado ao atual governo estadual e à candidatura de Douglas Ruas.
"O Rio vive o momento mais crítico da sua história. Essa candidatura do Ruas não tem nada. Enganaram o Rio de Janeiro. Essa gente fez mal ao estado. O Rio precisa de gente com experiência, gestão, firmeza e vontade para mudar essa realidade", declarou.
Coletiva
Após o debate, os candidatos voltaram a trocar críticas durante as entrevistas concedidas à imprensa. Eduardo Paes afirmou que a principal motivação de sua candidatura é enfrentar a crise da segurança pública e recuperar a capacidade do Estado de atrair investimentos.
"A razão da minha candidatura é para que a gente retorne para os territórios do Estado do Rio de Janeiro e garanta às famílias o direito de viver em paz. O Rio tem um potencial econômico incrível, mas o avanço da violência afasta investimentos", declarou.
O candidato do PSD também elevou o tom contra Douglas Ruas, a quem associou ao atual grupo político que comanda o Palácio Guanabara.
"Ele nega o Cláudio Castro, nega o Bacellar, mas foi secretário desse governo. É um mentiroso frio", afirmou.
Já Anthony Garotinho voltou a atribuir suas dificuldades eleitorais às disputas judiciais envolvendo sua candidatura e disse acreditar que conseguirá reverter a decisão que manteve o indeferimento de seu registro.
"Minha candidatura foi prejudicada desde o início por essa incerteza sobre se eu seria ou não candidato. Mas tenho convicção de que serei candidato", afirmou. O ex-governador também avaliou que ele e William Siri foram os candidatos que demonstraram maior conhecimento sobre o estado durante o encontro.
Douglas Ruas, por sua vez, disse que os ataques recebidos durante o debate seriam uma reação à sua ascensão na disputa eleitoral e voltou a negar irregularidades atribuídas a ele pelos adversários.
"O que vimos foi a velha política reagindo. Sempre que alguém novo ameaça ocupar esse espaço, eles tentam construir narrativas e espalhar mentiras", declarou.
Questionado sobre as acusações feitas por Garotinho envolvendo uma suposta "lista de Bacellar", Ruas afirmou que nunca participou de qualquer esquema e desafiou o adversário a apresentar provas.
William Siri reforçou a defesa de uma candidatura identificada com a esquerda e voltou a criticar a extrema-direita.
"Ninguém aguenta mais a possibilidade de ser governado pela extrema-direita. O que estamos construindo é um projeto de esquerda para transformar o Rio de Janeiro", afirmou.
O candidato do PSOL também rejeitou a avaliação de que teria poupado Eduardo Paes durante o debate e citou cobranças feitas ao adversário nas áreas de educação e meio ambiente.
André Marinho, por sua vez, manteve as críticas ao prefeito do Rio e confirmou que a referência feita durante o debate a um homem conhecido como "Limão" foi baseada em informações que chegaram ao seu conhecimento nos últimos dias.
"Foi uma descoberta recente. Entendi que o debate da Globo era o momento de dar visibilidade a essa informação", afirmou.
"A razão da minha candidatura é para que a gente retorne para os territórios do Estado do Rio de Janeiro e garanta às famílias o direito de viver em paz. O Rio tem um potencial econômico incrível, mas o avanço da violência afasta investimentos", declarou.
O candidato do PSD também elevou o tom contra Douglas Ruas, a quem associou ao atual grupo político que comanda o Palácio Guanabara.
"Ele nega o Cláudio Castro, nega o Bacellar, mas foi secretário desse governo. É um mentiroso frio", afirmou.
Já Anthony Garotinho voltou a atribuir suas dificuldades eleitorais às disputas judiciais envolvendo sua candidatura e disse acreditar que conseguirá reverter a decisão que manteve o indeferimento de seu registro.
"Minha candidatura foi prejudicada desde o início por essa incerteza sobre se eu seria ou não candidato. Mas tenho convicção de que serei candidato", afirmou. O ex-governador também avaliou que ele e William Siri foram os candidatos que demonstraram maior conhecimento sobre o estado durante o encontro.
Douglas Ruas, por sua vez, disse que os ataques recebidos durante o debate seriam uma reação à sua ascensão na disputa eleitoral e voltou a negar irregularidades atribuídas a ele pelos adversários.
"O que vimos foi a velha política reagindo. Sempre que alguém novo ameaça ocupar esse espaço, eles tentam construir narrativas e espalhar mentiras", declarou.
Questionado sobre as acusações feitas por Garotinho envolvendo uma suposta "lista de Bacellar", Ruas afirmou que nunca participou de qualquer esquema e desafiou o adversário a apresentar provas.
William Siri reforçou a defesa de uma candidatura identificada com a esquerda e voltou a criticar a extrema-direita.
"Ninguém aguenta mais a possibilidade de ser governado pela extrema-direita. O que estamos construindo é um projeto de esquerda para transformar o Rio de Janeiro", afirmou.
O candidato do PSOL também rejeitou a avaliação de que teria poupado Eduardo Paes durante o debate e citou cobranças feitas ao adversário nas áreas de educação e meio ambiente.
André Marinho, por sua vez, manteve as críticas ao prefeito do Rio e confirmou que a referência feita durante o debate a um homem conhecido como "Limão" foi baseada em informações que chegaram ao seu conhecimento nos últimos dias.
"Foi uma descoberta recente. Entendi que o debate da Globo era o momento de dar visibilidade a essa informação", afirmou.
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