Cães foram encontrados com sinais de maus-tratosReprodução/Rede Social
Publicado 15/10/2026 11:21 | Atualizado 15/10/2026 13:22
Um homem foi preso por suspeita de maus-tratos contra animais na Rua Rio Real, em Bangu, na Zona Oeste, nesta quarta-feira (14). No local, funcionava um canil clandestino com mais de 20 cães da raça Lulu-da-pomerânia , incluindo filhotes, em condições insalubres.
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De acordo com a Polícia Civil, agentes da 34ª DP (Bangu) foram acionados para acompanhar a Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), após o recebimento de uma denúncia anônima sobre a situação precária dos animais.

Segundo o protetor Guga Ungerer, que acompanhou a ação, os cães estavam em meio à fezes e sem comida. "Quando você compra um cachorro sem procedência, você contribui pra isso aqui, todo mundo sem vacina, maltratado, com fezes grudadas nos pelos, são mais ou menos 20 cães", relatou.

Veja imagens:

Ainda de acordo com as equipes, os cachorros aparentavam estar há meses sem banho e com fome. Além disso, os recipientes destinados à água também estavam sujos, com líquido impróprio para consumo e presença de lodo no fundo. Ao receberem ração, os cães avançaram sobre o alimento de forma voraz, inclusive, um deles chegou a se engasgar durante a alimentação.
O responsável pelo espaço, inicialmente, resistiu à entrada dos agentes na residência, mas posteriormente permitiu o acesso. Após a entrada, foi possível constatar as condições precárias do ambiente e a situação em que os animais eram mantidos.
O local não possui alvará de funcionamento e nem caderneta de vacinação dos cães. Também participaram do resgate o veterinário Carlos Ramalho e o protetor e ativista João Valois.

Jacaré de 1,5 metro é resgatado em Cabo Frio

Um jacaré de aproximadamente 1,5 metro foi resgatado pelo Grupamento Ambiental em uma área de mangue na Ilha do Japonês, em Cabo Frio. A presença do animal em um trecho com circulação de banhistas e crianças motivou a atuação dos agentes, que realizaram a captura e devolveram o réptil ao habitat natural.
Segundo informações do grupamento, a movimentação de pessoas nas proximidades foi um dos fatores considerados durante o atendimento. A operação teve como objetivo retirar o animal da área de circulação e reduzir o risco de aproximação entre os frequentadores e a espécie silvestre.
Durante o procedimento, os agentes observaram que o jacaré não possuía a pata dianteira esquerda. De acordo com as informações divulgadas, a lesão já apresentava cicatrização consolidada. A causa da perda do membro, no entanto, não foi informada.

 

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