Publicado 15/10/2026 19:31 | Atualizado 15/10/2026 19:32
A Polícia Civil prendeu o segundo suspeito de envolvimento no latrocínio do professor e árbitro de vôlei Carlos Eduardo Cerqueira da Silva, de 52 anos, agredido no Centro do Rio. Adilson Bezerra dos Santos, apontado como autor das agressões, foi localizado no bairro do Carandiru, em São Paulo. O outro investigado, Vanderlei Mathias dos Santos, suspeito de filmar o ataque e cumprimentar o agressor após a violência, já estava preso desde agosto.
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Carlos, conhecido como Carlão, morreu em 28 de agosto, depois de permanecer internado por 65 dias no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro. A investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) reuniu imagens de câmeras de segurança e outros elementos que ajudaram os policiais a identificar os dois suspeitos.
De acordo com a Polícia Civil, Vanderlei estava preso desde 12 de agosto. O mandado de prisão temporária relacionado ao caso de Carlão foi cumprido na unidade prisional onde ele se encontrava. Adilson foi abordado por policiais militares paulistas e ao verificarem a existência de um mandado de prisão em aberto, os agentes efetuaram a captura.
A agressão aconteceu em 24 de junho, na Rua da Constituição, no Centro do Rio. Imagens de câmeras de segurança mostram Carlos sendo perseguido por um homem. Durante a fuga, a vítima foi atingida por um soco e caiu desacordada.
O professor foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Souza Aguiar, onde permaneceu internado até morrer, em 28 de agosto. Segundo a investigação, o ataque ocorreu durante um roubo de celular. A Polícia Civil informou que os suspeitos teriam agredido a vítima e levado o aparelho.
Ainda de acordo com a corporação, Adilson, apontado como autor das agressões, já era conhecido por se envolver em confusões na região, onde trabalhava como ambulante.
Além de professor, Carlos Eduardo era árbitro de vôlei e sócio-fundador da Associação Brasileira Profissional de Voleibol (ABPVÔLEI). Ele também atuava como diretor do Sindicato Nacional dos Trabalhadores e Colaboradores da Arbitragem Esportiva (Sintrace).
Na época da morte, as duas entidades publicaram homenagens nas redes sociais, destacando a dedicação de Carlão ao esporte, à formação de novos talentos e ao trabalho com a arbitragem.
Carlos, conhecido como Carlão, morreu em 28 de agosto, depois de permanecer internado por 65 dias no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro. A investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) reuniu imagens de câmeras de segurança e outros elementos que ajudaram os policiais a identificar os dois suspeitos.
De acordo com a Polícia Civil, Vanderlei estava preso desde 12 de agosto. O mandado de prisão temporária relacionado ao caso de Carlão foi cumprido na unidade prisional onde ele se encontrava. Adilson foi abordado por policiais militares paulistas e ao verificarem a existência de um mandado de prisão em aberto, os agentes efetuaram a captura.
A agressão aconteceu em 24 de junho, na Rua da Constituição, no Centro do Rio. Imagens de câmeras de segurança mostram Carlos sendo perseguido por um homem. Durante a fuga, a vítima foi atingida por um soco e caiu desacordada.
O professor foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Souza Aguiar, onde permaneceu internado até morrer, em 28 de agosto. Segundo a investigação, o ataque ocorreu durante um roubo de celular. A Polícia Civil informou que os suspeitos teriam agredido a vítima e levado o aparelho.
Ainda de acordo com a corporação, Adilson, apontado como autor das agressões, já era conhecido por se envolver em confusões na região, onde trabalhava como ambulante.
Além de professor, Carlos Eduardo era árbitro de vôlei e sócio-fundador da Associação Brasileira Profissional de Voleibol (ABPVÔLEI). Ele também atuava como diretor do Sindicato Nacional dos Trabalhadores e Colaboradores da Arbitragem Esportiva (Sintrace).
Na época da morte, as duas entidades publicaram homenagens nas redes sociais, destacando a dedicação de Carlão ao esporte, à formação de novos talentos e ao trabalho com a arbitragem.
A reportagem de O DIA tenta contato com as defesas de Adilson Bezerra dos Santos e Vanderlei Mathias dos Santos. O espaço segue aberto para manifestações.
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