São Gonçalo: o advogado e empresário recebeu Marcelinho Carioca, cuja experiência dos campos dará o tom de sua nova caminhadaDivulgação/Ascom
Publicado 17/08/2026 00:35
São Gonçalo - Uma tarde em que o futebol encontrou a política — e, como costuma acontecer quando essas duas paixões brasileiras dividem a mesma mesa, assunto não faltou. Entre histórias dos gramados, análise do cenário político, esporte e desenvolvimento social, o encontro reuniu Marcelinho Carioca, o empresário, advogado e cidadão honorário gonçalense Ricardo Marques, Gustavo Jácome, Paulo Henrique e integrantes do grupo em um ambiente marcado pelo diálogo, amizade e bom humor.
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Marcelinho Carioca dispensa grandes apresentações para quem acompanhou o futebol brasileiro. Dono de enorme talento e de uma das cobranças de falta mais marcantes de sua geração, ganhou o apelido de “Pé de Anjo” pela precisão com que transformava bolas paradas em gols — muitas vezes quando o adversário já imaginava que o perigo havia passado.
Marcelinho vem construindo uma agenda que coloca o esporte como instrumento de desenvolvimento social, com atenção especial às crianças e aos jovens. A experiência dos campos ajuda nessa nova caminhada. Futebol ensina que não existe vitória antes do apito final, que camisa pesa, que torcida cobra e, sobretudo, que talento sem trabalho raramente ganha campeonato. Na política, guardadas as devidas proporções, talvez não seja muito diferente.
Ao lado de Marcelinho esteve Ricardo Marques, advogado e empresário com longa relação com o universo do futebol. Marques foi atleta das categorias de base do Fluminense, exerceu funções dirigentes em clubes e atualmente colabora com o Futebol Master do Botafogo, mantendo o esporte entre suas áreas de relacionamento e atuação institucional.
Também participaram do encontro os advogados Gustavo Jácome e Paulo Henrique, profissionais experientes que integram a assessoria jurídica. A conversa transitou naturalmente entre futebol, política, cenário eleitoral e o papel que o esporte pode desempenhar na construção de políticas públicas voltadas à juventude, inclusão e oportunidades. E foi justamente aí que futebol e política deixaram de ser apenas assunto de mesa para se encontrarem no mesmo campo: o esporte como política pública de transformação social.
Nelson Rodrigues provavelmente encontraria naquela mesa material suficiente para algumas crônicas. Afinal, no Brasil, uma conversa sobre futebol pode terminar em política — e uma conversa sobre política quase sempre precisa de jogo de cintura. Marcelinho conhece bem as duas coisas.
Nos gramados, aprendeu a encontrar espaços onde aparentemente eles não existiam. Diante de uma barreira, sabia que havia sempre um ângulo possível. Agora, pretende levar essa experiência, sua história e sua capacidade de mobilização para outro gramado, onde as traves dão lugar às tribunas e o placar é medido pela capacidade de representar e entregar resultados à população.
Se nas cobranças de falta o Pé de Anjo fez história colocando a bola onde o goleiro não chegava, o novo desafio é acertar também nas políticas públicas. Com Marcelinho Carioca, O Brasil pode ganhar um craque nas fileiras da Câmara. E, para quem conhece futebol, fica uma certeza: se houver uma falta na entrada da área, é melhor deixar que ele cobre.
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